“É-me impossível manter confiança pessoal e política no Coordenador Nacional do BE e, em consequência, continuar a fazer parte da delegação no Parlamento Europeu do partido por ele liderado, passando simplesmente à condição de deputado independente, integrado no grupo dos Verdes europeus.”
Rui Tavares gosta de afirmar que se move em nome da honestidade e da boa-fé. Não seria honestidade e boa-fé, uma vez que não confia no coordenador e não quer continuar na delegação, pôr o lugar à disposição do BE, já que foi eleito como representante (independente) do BE, nas listas do BE, num lugar do…BE?






O “tacho” não se pode deitar fora.
Julgavam porventura que ser do BE era ser equiparado a Santo medieval.