Dêem-nos um Rei

UM REI, PRECISA-SE

Portugal, nesta crise cheia de crises em que vivemos, precisa de um Rei.

Só um Rei pode ser realmente o elo de coesão Nacional.
Ao fim deste experiência de cento e doze anos, acabamos por entender que este regime não funciona. Nem bem, nem mal.
O actual Presidente desta República, o senhor Cavaco silva, demonstra, como os que o antecederam, uma total falta de preparação para ser realmente a alma Portuguesa e o elo de ligação entre todos nós.
A abismo à borda do qual vivemos e no qual estamos prestes a afundar-nos, provém de uma crise financeira e moral sem precedentes, acentuada nos últimos anos por acção dos que nos têm (des)governado.
Um Presidente deveria ser leal aos seus concidadãos, e a grande maioria dos Presidentes desta República não o foram. E ainda menos este que agora temos, já que neste período difícil que atravessamos se tem demonstrado de uma insensibilidade gritante para com o povo de Portugal. Talvez que por estarmos em crise, se note mais, mas a verdade é que a sua falta de lealdade para connosco se vê em demasia.
Estamos à beira da total perda da nossa soberania, e ninguém o vê defendê-la.
A alternativa não é mudar o Presidente, é mudar o regime e passarmos a ser uma Monarquia.
Temos excelentes exemplos de Monarquias por aqui e por ali, que são prósperas. Vejam os exemplos da Dinamarca e da Holanda. Ponham os olhos nessas Monarquias e perguntem-se se não gostariam de viver num País assim.
Retornemos a ter orgulho nos nossos antepassados, no seu orgulho de serem Portugueses, no seu sentido de independência, nos seus valores morais e nas façanhas que cometeram por esse mundo fora.

Comments

  1. J.V. says:

    Falta a tag “Humor”.

  2. Tiago says:

    Muito bem!

  3. http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=40371

    Ribeiro Telles e Esteves Cardoso lançam manifesto pela restauração da monarquia
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    1 de Fevereiro, 2012
    Em dia de efeméride, dois dos maiores nomes da história do movimento monárquico em tempo de República estão de regresso. Gonçalo Ribeiro Teles, fundador do Partido Popular Monárquico, é o primeiro subscritor do manifesto ‘Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia’. Da lista de 18 subscritores fazem também parte Miguel Esteves Cardoso, que concorreu pelo partido ao Parlamento Europeu em 1987, o músico Pedro Ayres Magalhães e o professor universitário Pedro Quartin Graça. «Portugal precisa de uma monarquia. Portugal precisa de um rei», sentenciam.
    No texto hoje publicado no jornal i e a que o SOL também teve acesso, os signatários olham para o Portugal de hoje e descartam a resignação e a indignação sem objectivo: «É tempo de fazer. É tempo de escolher como fazer». O documento surge no dia em que se assinala o regicídio de 1908, quando o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro Luis Filipe foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa.

    Para Nuno Miguel Guedes, outro dos subscritores, esta é uma «mensagem de esperança» de «pessoas que vivem os problemas concretos», mas critica duramente a República que, acusam, «não está a garantir a qualidade democrática».

    Estes monárquicos elencam «o preocupante enfraquecer das estruturas democráticas», «a visível delapidação dos valores morais na política», «o estado caótico da nossa justiça e a sua aparente dependência das mais diversas forças de influência» e «uma ameaça de perda de soberania». Com este cenário, apontam a alternativa: a entrega da chefia do Estado a alguém «eleito pela história». No presente, tal missão caberia a Duarte de Bragança, «único e legítimo pretendente ao trono português».

    Esta é a posição dos signatários, diferente da de outros monárquicos. No ano passado, as divergências entre Nuno da Câmara Pereira e Duarte de Bragança em tribunal chegaram ao ponto de este último ver dezenas de imóveis e uma conta bancária penhorados. Nuno Miguel Guedes explica que o tema do legítimo herdeiro do trono português colhe diversas opiniões, mas que todos têm em comum a vontade de ver a monarquia substituir a República.

    No manifesto, este grupo diz que a «verdadeira democracia está ausente» e por isso defende «uma chefia de Estado independente e supra-partidária». «Um chefe de Estado que esteja ao serviço da nação e que não se sirva dela», acrescentam. «Mas não vamos ocupar pela força o Palácio de Belém», garante ironicamente Nuno Miguel Guedes.

    Sem uma agenda política definida – «a política é uma coisa, o rei é outra», vincam – este grupo pretende, para já, lançar o tema para a discussão pública com uma «linguagem contemporânea». Desde logo, «explicar que os monárquicos não são um grupo folclórico de excêntricos».

    Além de Ribeiro Telles, Esteves Cardoso, Nuno Miguel Guedes, Ayres Magalhães e Quartin Graça, assinam o documento Abel Silva Mota, Aline Gallasch-Hall, Ana Firmo Ferreira, António Pinto Coelho, Filipe Ribeiro de Meneses, João Gomes de Almeida, Ivan Roque Duarte, Luís Coimbra, Maria João Quintans, Paulo Tavares Cadete, Pedro Ferreira da Costa, Pedro Policarpo e Ricardo Gomes da Silva

  4. Reza a História que a Virgem MAria foi coroada Rainha de Portugal, e desde esse tempo nunca mais os Reis de Portugal ostentaram a coroa.
    Se for disso que se trata, sempre era uma vantagem pois nunca a Nossa Senhora apareceu na televisão nacional a dizer disparates, e o sustento da Igreja católica provém de donativos dos fieis, ficando resolvidos dois dos maiores problemas da Presidência Cavaquista.
    Desculpem, mas não consigo levar o tema “regresso da monarquia a Portugal” a sério.

  5. MAGRIÇO says:

    Estou de acordo, desde que alguns pressupostos sejam cumpridos: por exemplo, vir com todas as qualidades que, no dizer do autor, faltaram aos presidentes da República. Como não é fácil encontrar alguém tão virtuoso e que, ainda por cima, seja um bom estadista, terá de ser feito de encomenda. Recomendo vivamente, pela sua longa e comprovada experiência, a Fábrica de Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha. Estou convencido que satisfará plenamente os simpatizantes da monarquia…

  6. Está na “alma portuguesa” que em momentos de crise se deseje algo mais… Assim qualquer coisa nova, que venha de fora do sistema e que faça o “trabalho” por nós… (uma espécie de Ferrero Rocher cívico…). Qualificam nesta demanda o D. Sebastião, a Nossa Senhora de Fátima, ou então, “um rei”… (não necessariamente por esta ordem…).
    Todavia, quando se chega a este desespero “criativo”, apenas se está a afirmar a falência da cidadania, a regressão ao berço, ao suspiro pelas virtudes dum “pai salvador” da Pátria… Nos nossos tempos, o paternalismo das coroas amenas, coloridas e colunáveis, infelizmente não passa o crivo da razão e do bom senso, transformando-se quase sempre num discurso vazio ou simplesmente numa perda de tempo…

  7. mario carvalho says:

    será alternativa.. ou a democracia dos democratas…não permite alternativas..que não seja a ditadura do seu partido seja ele qual for?

  8. “(…) Este rigime não funciona (…)” “rigime”? de facto, enquanto pessoas responsáveis derem erros ortográficos deste quilate, nem a escrever nos safamos

  9. Zuruspa says:

    Experiência de 112 anos? Afinal a República foi implantada em 1900 e ninguém avisou o D. Carlos!

    Interessante como os monarquinhos falam sempre da Holanda e Dinamarca e Suécia, esquecendo outras como Marrocos, Arábia Saudita, Suaziländia, Cambodja… e até a Espanha, que está na mesma trampa que Portugal.

    Sempre quero saber se a Finländia ou Isländia säo monarquias, tal como a Alemanha, França, Áustria…

  10. Jose Nada says:

    Esta questão nada tem a ver com o triste estado do nosso país.
    1 – Também falimos enquanto monarquia, no final do séc XIX.
    2 – Há monarquias das bananas e repúblicas bem sucedida, o anterior comentador já os referiu.
    3 – O Canadá e a Austrália são estados sem presidente nem rei e vivem bem sem eles …. A Alemanha e a Itália têm chefes de estado sem poderes, nomeados pelos respectivos parlamentos, com resultados bem diferentes.
    A questão monárquica é irrelevante e não faz, por isso, parte da agenda de 99% dos portugueses.

  11. Há também o caso da Bélgica, um país dividido que nem o rei consegue meter na ordem…

  12. Carlos Manuel d'Oliveira - Porto says:

    Carlos d’Oliveira em 17/02/2012
    Apenas queria corrigir o comentário de JOSÉ NADA (11):
    os Chefes de Estado do Canadá e da Austrália, se não sabe é… a raínha Isabel II de Inglaterra !!!
    Estes países fazem parte da Comonwelth e, sei-o porque os conheço, são exemplos de democracia e óptimo bem estar social!
    Os governos portugueses até a língua-mãe “venderam” aos ex-colonizados brasileiros!!!
    De uma vez por todas tenham VERGONHA e não se inibam de ser patriotas ! O único representante LEGITIMO de qualquer país é o seu herdeiro histórico, por descendência, desde princípio da sua nacionalidade! Todos os povos, sem qualquer erro histórico, evoluiram de MONARQUIAS ! As repúblicas sempre foram uma invenção dos invejosos !!! Há as que funcionam bem ? Claro que sim…porque os seus povos são CULTOS na sua maioria !!! Não é o caso do povo Português, que desde o golpe de estado do 25 de Abril até hoje não se soube cultivar !!! Em vez de se construirem infraestruturas que conduzissem este GRANDE POVO em direcção à CULTURA e RESPEITO pelo seu NOBRE e GLORIOSO passado (leiam o livro “A PRIMEIRA ALDEIA GLOBAL ou COMO PORTUGAL MUDOU O MUNDO de MARTIN PAGE e “aprendam” a conhecer e reconhecer este país !!! Somos PORTUGUESES ! Tenhamos HONRA em dizê-lo, RESPEITO em reconhecê-lo e ORGULHO em senti-lo !!!) apenas se destruiram todas as mais valias já existentes, chegando, pela falta de NOBREZA e HONESTIDADE ao estado caótico (financeiro, social etc.) que se pode observar! E têm MEDO de que o representante de PORTUGAL seja o REI ??? Não gozem com as pessoas HONESTAS deste País !!!
    Aprendam a criar FELICIDADE !!! Como disse o “outro” (é fácil saberem quem é…):
    “Pobre país que em vez de criar RIQUEZA cria RICOS !!!
    Deixem-me dizer que não sou ARISTOCRATA, nem descendo de qualquer família NOBRE, não tenho BRAZÕES ! Apenas sou um PORTUGUÊS que AMA O SEU PAÍS, berço dos seus ascendentes, de quem tenho muito orgulho (porque tenho grande conhecimento da história da minha família/quem não conhece os seus ascendentes não sabe quem é !!!) e que se sente muito TRISTE pelo estado a que “deixaram” chegar PORTUGAL !!! Não tenho MEDO de que o representante do meu país seja o REI ! Terá que ser uma monarquia constitucional, com certeza, para que se possa viver em REAL DEMOCRACIA !!! Bem hajam, pelo tempo que “gastaram” em ler o que aqui escrevi. Pensem bem e documentem-se !
    Obrigado.

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