Quando a Fotografia Encontra a Arte

Acontece o inultrapassável portefolio de Vidal Bizarro.

Comments


  1. arte? fotografia? degredo. 🙂


  2. Este caso põe-nos um problema interessante. Quando alguém faz uma asneira, é perfeitamente natural que se tome partido da situação gozando um bocadinho com a pessoa em causa. Acontece que, normalmente, este gozar ficava restrito a um grupo de amigos, ou quando muito a uma dada comunidade. A coisa acaba por desaparecer.

    Neste caso, temos meia Internet a fazer pouco de uma situação sobre a qual nem sequer temos todo o contexto. Depois em vez de ser uma situação passageira e até pedagógica, este escárnio vai ficar disponível para todos, para o resto da vida (parece-me injusto). Finalmente trata-se de uma atitude fria, devido à distância entre as pessoas, toda a empatia desaparece, somos por isso cruéis.

    Resumindo e concluindo, é necessário começar a avisar as criancinhas: além de não aceitarem doces de estranhos, não devem colocar qualquer tipo de informação pessoal na Internet. Percam 5 minutos a ler esta página! 😉

    Quanto à rapariga na foto, tenho pena que lhe esteja acontecer isto, mesmo que ela goste da situação.


  3. Este caso é um espelho de outros que passam na TV várias vezes ao dia… as pessoas parecem todas maiores de idade, pelo menos por fora.
    Resta sempre, sempre, a esperança que este tipo de “arte” faça alguma pedagogia, menos entre os pouco avisados.

Trackbacks


  1. […] Portugal, que faz parte deste mundo e do outro também, não poderia ficar para trás; depois de um bizarro portefolio ter animado a discussão em torno da fotografia pós-moderna em Portugal, surge agora nos Açores […]


  2. […] não editada, a matiz azul é mesmo uma opção estética que alguém entendeu adequada. E eu até gosto de boa […]

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