“O Acordo Ortográfico é uma merda!”

Gostava de ter sido eu a inventar esta frase, mas a sua autoria pertence ao hoje falecido Millôr Fernandes, um dos grandes cultores da língua portuguesa, homem cultíssimo, amigo de Raúl Solnado, humorista de tal modo universal que pode ser tão citado como Oscar Wilde. Como se isso não bastasse, era um brasileiro com a lucidez suficiente para saber que os falantes e os escritores da lusofonia sabem ouvir-se e ler-se uns aos outros e que, portanto, o lugar de um monte de merda não é no meio da ortografia.

Comments

  1. Eu cá sou jornalista da مدرسة nº 53 nã me afinfem nos tintins says:

    COMPUTA COMPUTADOR COMPUTA…CITAÇÃO DE MILLÔR FERNANDES….

  2. Eu cá sou jornalista da مدرسة nº 53 nã me afinfem nos tintins says:

    Daí dizer que era amigo dum gaijo que viu umas 6 vezes já agora era tamém amigo do padeiro …e do Cabanas….e do Sócrates e de todos os gaijos a quem apertou a mão?

  3. maria celeste ramos says:

    Retire o “i” do gaijo e fica melhor para qualquer gajo – brasilés jamé (ou jamais como queira)

  4. Maria de Fátima Bizarro says:

    Há pessoas, como este “jornalista” (!!!???), que gostam muito de dizer coisas… mesmo quando só sai caca!!!

  5. chico estróina says:

    O acordo ortopédico, perdão, ortográfico, é uma merda, sim senhor. É uma merda que vai servir para facilitar as traduções brasileiras que, como sabem, os brasileiros traduzem tudo, mal e porcamente, mas traduzem.
    E é uma merda que fica para amanhã os filhos dos chulos e contrabandistas que venderam o país fazerem uso. Pouca ou nenhuma difrença lhes fará, pois os alunos de hoje já há muito – já o disse noutro lado – que não falam, grunhem.

  6. drapetomaniaco, direto da periferia do Rio de Janeiro. says:

    O acordo ortográfico esta em vigor no Brasil há alguns anos e vai muito bem, sem grandes resistências no meio acadêmico ou civil. A questão é que ele se adéqua perfeitamente ao português falado e escrito oficialmente no Brasil. O português predominante que é o extraoficial não será afetado por decretos. Até porque nós tupiniquins falamos em uma língua e escrevemos em outra.
    O bagulho é o seguinte, camaradas. O que esta em jogo não é só o bem escrever da língua portuguesa, mas a posição que Portugal ocupa na contemporaneidade enquanto player no cenário internacional multipolar. Portugal é um país pequeno, sem poder militar, sem grandes recursos naturais, patentes, indústrias, rede diplomática, prestigio diplomático, recursos ou amigos leais no cenário internacional. Para completar Portugal esta nesse papo furado de neoliberalismo, privatizando a porra toda e deixando franceses, alemães e ingleses mandarem no destino da pátria enquanto mercenários como Sócrates e o Coelho entregam a dignidade da nação lusa galhofa.
    Pois bem a solução é a seguinte:
    1) Construir uma maquina do tempo, voltar à revolução liberal do porto e dizer que o Reino de Portugal, Brasil e Algarves não tem porque se despedaçar para satisfazer os interesses ingleses, que o Brasil é um pouquinho grande de mais para ficar na coleira colonial de Portugal por muito tempo. Juntos seriamos bem mais fortes e independentes.

    Ou

    2) Parar de colocar mercenários na cadeira de primeiro ministro, levantar a cabeça nos fóruns da união europeia e fazes alianças econômicas globalizantes (fluxo de capitais, pessoas e informação) com países que os respeita e admira pelo passado glorioso e identidade cultural comum.

  7. Adriana says:

    O acordo ortográfico é realmente uma merda e odeio-me a mim própria por já estar habituada a escrever com ele – na escola, não descansaram enquanto não nos enfiaram o acordo na cabeça.

Trackbacks


  1. […] de criticar qualquer cidadão de outro país de língua portuguesa. Não me espantaria, aliás, que Millôr Fernandes viesse a ser queimado em efígie. Ou em […]

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