PS recusa cortar feriados e propõe acabar com banco de horas
Basta um partido ser oposição para o interesse dos cidadãos vir em primeiro lugar. Até a memória se esvazia. Devia, portanto, o governo sair dos partidos da oposição.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
PS recusa cortar feriados e propõe acabar com banco de horas
Basta um partido ser oposição para o interesse dos cidadãos vir em primeiro lugar. Até a memória se esvazia. Devia, portanto, o governo sair dos partidos da oposição.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Os feriados que tivemos até aqui deviam ficar todos porue foram conquistas da nossa forma de viver porque se evoluíu e ficou com horário cada vez mais curto quando tinha havido atrás um tempo de trabalho quase desumano e com férias apenas de uma semana até haver um grande equilíbrio e poder descansar – A “pontes” é que não e o banco de horas é uma idiotice – Feriados a menos é voltar a trabalhar, agora para os ladrões até cair tantas vezes de cansaço. E ao menos que tenhamos tempo de não fazer nada ou de fazer o que vai ficando para trás E não se prejudica ninguém, pois que se vai para a rua lanchar ou jantar ou ao cinema ou teatro, ou simplesmente passear e arejar – distribuindo por outras actividades económicas o que estamos disposto a gastar contribuindo para dispersar o que temos e podemos gastar – as Pontes poderá ser um abuso e, aí sim, quantas vezes uma ponte juntamente com os feriados dá dias seguidos sem trabalhar no local pincipal – Mas continua a ser apenas uma dispersão das nossas economias embora em certas circunstâncias possa fazer parar a produção que o trabalho interrompe e nem acredito que se posse trabalhar com chicote e fazer produzir mais – mas faltará equibrio nas circunstâncias pois que o homem comum trabalha muito e em grande desiquilibrio relativamente à maioria dos empregadores. os feriados foram uma conquista como foram as férias que passaram de 6 dias para 30 e mais tarde com o susídio de férias que os franceses inventaram e depois um mês de natal – afinal para mais equilibrada distribuição da riqueza que se ajudou a criar – e estará tudo bem se houver consciência da parte de quem trabalha mas também de quem dirige, sobretudo de quem dirige, e trabalhar pode ser um grande prazer ou, opostamente, uma grande séca, sendo que a hierarquia falha e mesmo se demite do que lhe compete fazer e ninguém sabe trabalhar na desordem e caos sem se sentir fazendo parte do mesmo projecto seja qual for o seu lugar
E o Seguro é bem capaz de fazer uma governação violenta seguindo a sua abstenção ainda mais violenta.
Mas foram eles PS que começaram com tudo isso. OU NÃO?