A atracção de Henrique Raposo pela mentira é imparável

Henrique Raposo veio a Coimbra e escreveu uma crónica que subscrevo. Não porque tínhamos 4000 jovens estrangeiros num festival de ginástica mas porque não faz sentido o comércio de um centro histórico fechar ao sábado. Não tenho a mínima dúvida que essa é uma causa da decadência do comércio na Baixa de Coimbra: encerrar aos sábados à tarde, mantendo-se aberto e às moscas à 2ª feira, foi e é não perceber que o mundo mudou.

Ficar-me-ia pela analogia de que tal como os relógios analógicos parados Henrique Raposo acerta duas vezes por dia (ou duas crónicas por ano), não fosse um detalhe: afirma Raposo que se encaminhou para uma loja que vende sapatilhas Sanjo e música alternativa. Ora por estes lados sobra uma loja que vende música alternativa, mas não tem sapatilhas (excepto no primeiro plano do vídeo abaixo). Temos outra onde de tudo se mistura um pouco, mas a música é mais Quim Barreiros. Mentir em Henrique Raposo é fatal como o destino.

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    fechar ao sábado – se calhar em breve fecha também à 2ª como por aqui e por acolá

  2. Pedro Marques says:

    E quais foram os motivos para estarem fechados?

  3. maria celeste ramos says:

    Tem graça a 1ª vez que fui a Atenas calhou ao sábado e todo o comércio estava aberto – até aí nunca tinha visto comércio aberto ao fim de semana – o turista benefiiciava e o comerciante também e em lisboa nem sei o que sucede pois se calhar até os museus estão fechados ao domingo e nem sei se assim continua e fecha tão cêdo – na europa (??) os museus fecham à quarta feira mas nada mais fecha à quarta feira pelo que as cidades ficam vivas e há muito que fazer e visitar – Lisboa ao domindo vá lá, tem esplanadas – algumas

Trackbacks


  1. […] do grande Henrique Raposo, que só por si justifica uma campanha americana. Mentiroso, pobre de espírito, idiota, já sabíamos. Agora esta do pretinho revela uma componente sexual que […]


  2. […] que isto não retira razão ao Henrique mentiroso. Convenientemente privatizado (não é bem o caso dos países que referiu, mas deixemo-nos dessas […]

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