Carteiristas: um português foi ao bolso da troika. Albert Jaeger, representante do FMI, ficou sem a carteira no eléctrico 28.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Carteiristas: um português foi ao bolso da troika. Albert Jaeger, representante do FMI, ficou sem a carteira no eléctrico 28.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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Ladrão que rouba ladrão… mas neste caso cem anos de perdão é pouco
Há muito que não río e se é verdade o que diz “há ladrões que vêm por bem” – talves se xateie e se vá embora e nos largue – esqueceu-se que somos PIG
Infelizmente este povo no qual não me revejo está cheio de gatunos e lorpas perguiçosos que se roubam uns aos outros e até quem vem para os ajudar. E ainda há quem aplauda. Vergonha na cara.
Dizer que os ABUTRES do FMI (aqui com capa europeia) nos vieram ajudar é querer esconder o sol com a peneira. Vêm-nos “ajudar” tanto como “ajudaram” a Argentina, o Chile ou a Suécia. Vêm SAQUEAR o pouco que nos resta isso sim. Defendê-los como faz a Isabel Costa é AÍ SIM NÃO TER VERGONHA NA CARA. Quanto a “este povo estar cheio de gatunos , lorpas e preguiçosos” apesar de haver DADOS OFICIAIS que mostram que somos dos países que MAIS TRABALHA e que MENOS CRIMINALIDADE tem são insultos gratuitos que nem sequer merecem resposta.
O FMI veio a Portugal dar ajuda financeira a um país que já não tinha dinheiro para pagar aos funcionários públicos e outras despesas a pedido do governo português legitimamente eleito pelo povo. Se fossemos um país de trabalhadores em vez de um país onde centenas de milhares declaram filhos falsos no IRS para roubarem o estado não precisaríamos do FMI para nada. Crime não é só roubar carteiras a cidadãos estrangeiros.
Passe bem!
O próprio Secretário de Estado das Finanças de José Sócrates disse recentemente aquilo que de há muito se sabia que havia dinheiro nos cofres do Estado suficiente para pagar os vencimentos de todo o ano. O que não havia era dinheiro para pagar os juros agiotas dos bancos.
A solução seria termos feitoi como a Islândia (não pagar a dívida dos banqueiros (BPN e BPP) e colocar na prisão os responmsáveis pela monumental FRAUDE de que foram autores.
Mas… José Sócrates (ao que consta a mando de Mário Soares) resolveu que era preferível VENDER A NOSSA SOBERANIA por dez reis de mel coado e NACIONALIZAR OS PREJUÍZOS (os lucros e os bens nunca foram nacionaliozados) do BPN.
E, o mais grave, é que os portugueses ao contrário dos Islandeses, permitiram essa dupla traição e essa venda a retalho do que resta do país. Porque toda a gente sabia (incluindo PS, PSD e CDS) o desastre que o FMI tinha antes provocado em muitos outros países. Só poderia ser novidade para quem não quisesse ler , ver ou ouvir.
Ah e para deixar a retórica de que “O FMI veio ajudar…” basta ver que por um “empréstimo” (coloco entre aspas porque o dinheiro foi de uns bancos para oputros e não entrou um cêntimo na economia) de 78 mil milhões o FMI cobrou 35 mil milhões, ABUTRES é o único nome que merecem eles e quem manda neles.
A minha alma está parava, Transformarem um gatuno/criminoso num herói só porque a vítima foi um funcionário de uma instituição mundial que se destina a ajudar financeiramente os países em dificuldade sendo por isso alvo de ódios de estimação por parte de intelectualóides de esquerda. Francamente “senhores” se isto chega á média estrangeira que imagem dará de nós? a de um povo de gatunos preguiçosos e oportunistas?