Petição pelo PÚBLICO

“Na semana passada, a administração do jornal PÚBLICO anunciou despedimento de 48 trabalhadores. Na sequência dessa notícia, foi aberta pelo grupo que criou o Manifesto Para um Mundo Melhor — José Casa-Nova, Ana Benavente, Fernando Diogo, Carlos Estêvão, Teixeira Lopes — uma petição, intitulada Em defesa da manutenção qualidade do jornal PÚBLICO profissionais que fazem dele jornal de referência nacional.”

Manifestem-se também os leitores do PÙBLICO contra esta medida da administração.

Na minha opinião, o jornal PÚBLICO tem feito muito pela cultura em Portugal. Eu, como leitora assídua, manifesto-me desta forma para além de ter assinado a petição. Quero continuar a poder contar com todas as secções e espaços deste jornal e Pùblico online. Tenho usado o PÚBLICO nas aulas, desde o site Ípsilon às críticas de Música e Teatro, bem como da rubrica «No Passado» (efemérides) que, com a actual direcção de Bárbara  Reis, deixou de realizar-se.

Este jornal merece todo o nosso apoio e, sobretudo, o apoio do Governo.

(publicado no PÚBLICO, «Cartas à Diretora», a 19/10)

Comments


  1. Interessante dizer-se aqui que USA o Público nas aulas – Dei aulas 20 anos no INP – Instituto das Novas Profissões na Rua Bernardo Lima nº 5 – construí uma HEMEROTECA ao longo desse tempo, talvez com 70 pastas de arquivo por temas – para qualquer pessoas normal era uma preciosidade e os alunos não só consultavam como serviam de ponto de partida para trabalhos práticos – mas escolhia apenas as páginas de Cultura + notícia interessante + ambiente e protecção/destruição da natureza + política – um dia cheguei à aula e a estante tinha desaparecido além de um painel onde eu e alunos pregábamos o que seria de valor para todos – DESTRUIRAM sem nada dizer – Ainda tenho em casa não uma hemerotoca porque já não tenho espaço, mas milhares de artigos reduxidos numa excelente fotocopiadora que tinha – agora sou eu que de vez em quando deito fora à medida em que a casa não alarga – deito fora também os jornais que colecciono diarimente – tinha igualmnte, noutra escola de meminos mais pequenos a REVISTA do EXPRESSO quando eram de formato A3 ou parecido e que tinha artigos excepcionais – HOJE deito para o lixo quando já não “cabe mais nada” – como já não ponho os alunos a 2Pensar” em certo nociciário diário limito-me a lamentar que muito do meu trabalho de anos foi, sistematicamente, deitado ao lixo pelos que decidem sobre o meu trabalho (directores das Escolas e Directores Gerais dos Serviços por onde andei) e a forma como punha os alunos a pensar – Já me entristeci muito com muita coisa e “dirigentes” com quem contactava directamente – Hoje vejo até nos comentadores do aventar como tanta coisa é inutil e como há tantos mentecaptos que até escrevem que eu escrevo “balelas” – mas nada me admira – Fiz a 1ª tese de licenciatura da EUROPA sobre Polén da Palmeira do Azeite (Palmeira Demdém Elaeis guineensis Jacq – 27 meses de trabalho de investigação aplicada) mas o prof com quem a discuti deu-me apenas 16 valores porque me disse, à posteriori, que nada sabia – e assim matou o meu trabalho de 27 meses – Mais tarde fiz outra licenciatura e Tese de um ano sobre outro tema (1981) – Espaços de recreio desde a “origem à actualidade ilustrada e que a Ordem dos Arquitectos quiz publicar e seria a 1ª sem ser de “arquitecto” que fariam tal coisa – Nesta 2ª vez lá me deram 18 valores e foi interessante o que disseram os 5 membros do júri – mas CAGUEI em todos eles (1967 ??? não recordo) – e caguei na publicação e na Ordem dos arquitectos e em todos os que utilizam para comigo adjectivos depreciativos ++ etc – eu permaneço o que sou e sei apreciar os outros sem complexos de merda – tenho pena de ter sido obrigada a perder a minha Hemerotega pois pensave escrever como base nela, na evolução de muitas situações (amboente e cultura sobretudo) mas já não tenho paciência pois que se vai esgotando (a paciência) – hoje mutos jornais, que até vão desaparecendo, são esgotados com artigos de eis ministros e mandantes que dizem sempre a mesma coisa e para isso vejo todos os notiviários TV – que se lixe odos os politólogos e sábios que não perdem ocasião de se mostrar e ter a cassette habitual – leio-os e tenho pena e lamento que se tenha regredido tanto mesmo no espaço de um jornal que era o único onde muio boa gente ía aprender algo ou pelo menos pensar – mas não gasto mais dinheiro em tal literatura -LER é MAÇADA – ESTUDAR é nada – livros são papéis pintados com tinta – e mais do que isto é Jesus Cristo que não consta que tinha Biblioteca

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