Falta uma semana…

Espalhar panos negros por aí, andar de luto, chamar-lhe nomes, e para quem tenha oportunidade: a uma senhora não se bate nem com uma flor, a esta manda-se o vaso pelo lado da base, para não estragar a planta.

 

Comments


  1. Reblogged this on Paranóias and commented:
    Vamos, todos!!!

  2. Fernando says:

    E’ com panos pretos que se resolve ou mitiga o problema? Pensam que a Merkel não sabe que e’ odiada em Portugal ( e não só)?
    Por alguma razão ela estará rodeada de enorme segurança e passara a alta velocidade.
    O desprezo ou ignorar a estadia da Merkel e’ o melhor pano preto, o melhor insulto e a melhor agressão.
    Tudo o mais e’ folclore para ela se divertir.
    Depois de ela se ir embora paralisem o Pais, para obrigar o governo a fazer as reformas que prometeu ou cortar as banhas da imoralidade. Mas e’ tão difícil mexer nos direitos adquiridos dos barões.

  3. jorge fliscorno says:

    Por acaso acho negativa esta mania de hitlarizar como forma de passar uma mensagem. A banalização do mal (Hitler) não pode trazer nada de bom.

  4. leopardo says:

    O meu pai conta que em tempos um amigo lhe pediu dinheiro emprestado. Emprestou-lho… perdeu o amigo e parte do dinheiro. O credor é sempre mal visto, mas só ninguém nos obrigou a pedir emprestado, pedimos porque quisemos. Claro que quem emprestar não está a dar, quer o dinheiro de volta, de preferencia com lucro.
    Mas a “culpa” é de quem pede, não de quem dá.

  5. nightwishpt says:

    Eu acho que à chegada a gaja devia levar com a saudação do braço levanto acompanhada da Deutschlandlied por inteiro…

    “Deutschland, Deutschland über alles,
    Über alles in der Welt,”

  6. piet says:

    Sou Alemão e não consigo de não ficar ofendido profundamente por este discurso e o cartás racista.
    Chamar uma pessoa nazi é a pior ofensa que se pode fazer.
    Eu não votei na Angela Merkel, mas seja que for ela não merece isto e tambem não corresponde ao discurso procupado com a situação em Portugal que há na Alemanha. Isto é infantil e só mostra que não tem ideia do tamanho da barbaridade do fachismo e especialmente o fachismo dos nazis.


    • Não tenho absolutamente nada contra os alemães em geral, como não tenho contra nenhum nacional de outro país em particular. Nem culpo os alemães, todos pelo que Hitler fez, honro os que morreram resistindo-lhe.
      Agora que Portugal, a Grécia etc. são neste momento colónias económicas da Alemanha, que o seu governo se preocupa apenas em salvar os seus bancos e lucra com a nossa miséria, é a realidade.
      Merkel não anda a exterminar raças? claro que não, mas a ambição de um IV Reich foi conseguida, com uma arma chamada euro e outra chamada neoliberalismo.

      • piet says:

        João José, eu sei – conheço-te de muitas discussões que a gente tinha no “Piolho” na praça em Coimbra ha mais que trinta anos.
        Mesmo assim: Colónia? Haja paciência! IV Reich? Isto perigosamente brinca com continuidades que não tem nenhuma base real.


        • Piet, és mesmo tu? ok, só por esta, há quantos anos, valeu a pena o cartaz…
          Se quiseres nós ainda estamos na fase pré-colonial. A Grécia hoje passou ao reino do absurdo. É um Reich mais banqueiro e financeiro que de estado, mas não deixa de o ser por isso.

          • piet says:

            Eu acho usando estas esquemas do século passado perdemos o núcleo do problema. È um facto que Portugal ficou – em parte ainda como herança do fachismo / colonialismo – “orgulhosamente só” – com muitas estructuras inadequadas caras demais para as capacidades do pais. Só mais dinheiro sem mudar / adaptar aquelas estructuras não chega – Alemanha experimentou isto durante o processo pos-unificação. Daí vem o rigor pela austeridade sim, mas muito mais para fazer ajustamentos estructurais.


          • Não estás a ver bem o assunto: é claro que embora sem comparação com o Portugal que conheceste 30 anos atrás, hoje a nível de muita estrutura, e sobretudo mentalidade, económica, económica, isto não está bem. Mas o problema de apanhar uma crise como a de 2008 é que não temos uma moeda própria. E devíamos dinheiro sobretudo a bancos alemães (e espanhóis, o que vai dar ao mesmo porque esses devem a outros).
            Perder o crédito não foi culpa de Portugal, nem da Grécia, nem da Irlanda. Temos é uma moeda que funciona bem para 3 ou 4 países. Os outros lixam-se.

  7. piet says:

    Nao te enganas, estou a ver o assnto muito bem:-)
    Continuo de estar em Portugal frequentemente tenho amigos e famila la, e tambem estou a sequir o discurso na emprensa e na net. E nao sempre mas de vez em quando olhar por fora tem vantagem.
    Para ja as causas no fundo das situacoes como encontradas na Grecia, Portugal, Espanha ou Italia sao bastante differentes.
    A crise de 2008 foi como uma ventania forte que rebentou com estructuras frageis quando os estados tentaram de manter as economias a andar com grandes montantes de dinheiro emprestado.
    Sem a moeda unica Portugal estava pior, so que o povo nao via tao facilmente. E so que a moeda unica de repente facilitou consumo baseado em credito. Tambem tiro a Portugal uma maneira de financiar o Pais, isto e os emigrantes ja nao transferiam moeda forte, franco, libra ou marco que compensou o escudo tanto disvalorizado. Sem o euro e com os recursos que Portugal tem estaria mais como a Tunisia hoje. O caminho para produzir e exportar technologias avancadas era muito mais dificil porque a importacao de componentes ficava muito mais cara. Ficava so o papel de mao-de-obra barata, isto concorrer com o Vietnam, a China e que mais. Uma espiral para baixo…(to be continued)


    • vais bem, piet. já agora fica aqui em público um detalhe pessoal: este gajo foi o meu primeiro amigo alemão. antes de o conhecer não tinha exactamente uma grande consideração pelos alemães, mas lá aprendi que governos e pessoas não é bem a mesma coisa.

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