Motivos para a Greve Geral: de cabeça perdida ou partida

Os nossos governantes são os primeiros a contribuir para a GREVE GERAL.

Este, das duas  três: ou bateu com a cabeça ou está a bater-se ao tacho!

Outros, insistem numa visão ditatorial do futuro do país. Em Democracia ninguém, nem o adjunto do senhor Primeiro-Ministro Vitor Gaspar, talvez o pior primeiro-ministro da nossa história (sim, eu ainda me lembro do Santana Lopes), pode dizer que só há um caminho.

Meu caro  Pedro Passos Coelho, em Democracia os sentidos são sempre múltiplos e é isso que lhe vamos dizer daqui a pouco:

– não é inevitável que me roube a mim para capitalizar os bancos;

– não é inevitável que fale em reduzir gorduras no estados para depois entregar a TAP, a RTP, a CGD, a REN e outras empresas públicas aos seus amigos.

– não é inevitável que me roube o salário e os subsídios para pagar comissões à TROIKA e continuar a aumentar o défice.

Se quiser continuar  a grande velocidade para o fim, força! Mas vá sozinho. É por ali, pela porta da direita!

Comments

  1. edgar says:

    Depois da perigosa esquerdista Christine Lagarde ter criticado a austeridade, do consenso geral contra a austeridade “custe o que custar” de Passos Coelho e Vítor Gaspar e a realidade cruel do fracasso desta política, os protestos, manifestações e greves são inevitáveis e indispensáveis para mudar de rumo.
    Um manifestante espanhol definia assim a política de austeridade: tirar ao povo para dar aos bancos.

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