PALAVROSSAVRVS: Hoje o Aventar almoçou na Baixa Portuense, Mousinho. Foi um almoço sectorial. Éramos só dois. Dario e eu. Mas foi muito bom na mesma. Nada como termos podido contrastar o dia-a-dia com o prazer sem paralelo de uma excelente conversa aventadora, onde nada do que é português e relativo à política escape ileso. Conspirámos. Rimos. Sonhámos.
Exare-se em acta esta nossa conclusão concorde: são milhares os exemplos de como a roda dentada político-partidária nos vem fazendo um mal indescritível e ao País: enquanto a Política e a sua Casa Simbólica se conservarem meras conchinhas fechadas aos cidadãos, antro de negócios a que temos sido completamente alheios, e enquanto a Justiça [finalmente levada aos que malbarataram e desmandaram e atropelaram a Coisa Pública debaixo da pala imunitária da Política] não passar de uma caricatura de Justiça, Portugal também não passará de um sítio. Jamais será um País.
Hoje senti-me mais vivo. O copo de vinho ajudou. Fui ressuscitado para a luz bela de um dia portuense frígido, na companhia não já de um colega, mas de um Irmão e de um Amigo. A propósito, parece que o IVA não é levado muito a sério nos restaurantes às moscas, pois não, Dario?!
DARIOSILVA: Não tenho IVA a declarar: o vinho, branco, verde, só podia ser bom: provém do vale do Sousa, d’uma encosta com o comboio aos pés, d’um sítio que acumula um nevoeiro delicioso numa infância a bordo de um comboio. E foi assim.







Estou farta de quererem igualdade provocando ainda mais e mais desigualdade – até parecem os USA que como ontem, aceitaram mas com muitas restrições que os Palestinianos sejam um país de direito – ora PORRA – qual igualdade de direitos – não se nasce com direito nenhum senão de RESPIRAR – o resto de direitos conquistam-se – até os +rcos quando nascem e mamam na teta da mãe se houver mais um porco do que o número de tetas ou luta pelas sua vez de mamar ou morre – nunca viram uma porca a alimentar os bacorinhos ??
Estou farta de igualdes à nascença – por isso os que COMEM o que é deles e não é deles porque têm direito só a comer o máximo que podem – até MATAM – ou há os que se suicidam porque só esse direito lhes concedem – qual igualdade qual carapuça – os direitos conquistam-se pela qualidade intelectual e fisica e moral – o resto é treta de eis cristão católocos apostólicos romanos – quero os meus direitos para os quais trabalhei mas alguém se aproprou deles – NÂo e NÂO e Não – alguém tem de aprender liçºoes de moral e ética e estética
Dass, o gajo é tão narciso que até o nome tem escrito na camisola.
Esta gente é tremenda!
eheheheeh «ariosi»!
Ah, maganos!
Haja alegria, haja Casal Garcia!
Falar com o Dario Umbigo dá sempre resultado. Nem que seja um texto delicioso!…
A partir de Janeiro, não se esqueçam de pagar, exigindo recibo com o vosso NIF, conforme “convite” da Administração Fiscal… E não é por cidadania que vos lembro, é simplesmente pela imoralidade de se cobrar 4€ por meia garrafa de Casal Garcia. Honi soit qui mal y pense!
Isso da exorbitância dos quatro euros e o facto de nos terem capturado o troco, 2,90, assumido por gorjeta.
Mas ambos, Dario e eu, decidimos contemporizar por estarmos muito felizes.
Se tivessem comido o tão badalado polvo assado no forno, a conta seria um pouco mais… Mas, de facto, não há que pague uns momentos felizes, alguns dos melhores com os pés debaixo da mesa e uma boa conversa para acompanhar o vinho, que, sendo do Vale do Sousa e Tâmega, se aconselha.
a maior parte dos restaurantes da cidade do Porto e não só praticam terrorismo contabilistico.São os maiores trafulhas dos impostos,servem mal, cobram o iva aos clientes,não o declaram ás finanças e a maior parte está ilegal . A Asae deve intervir em força e já, na contabilidade e na higiene e estes trafulhas ainda tem a lata de se manifestar……………
Esse talão de caixa menciona roubo no vinho e principalmente no pão,a merecer uma denuncia.
Fica feita.