Paredes e livros

Se há 150 mil euros para limpar grafitis, não há 75 mil para apoiar a Feira do Livro?

Comments


  1. Prioridades… Não é essa a palavra-chave do seu discurso?!


  2. Tal como eu pensava. Só que aqui dois problemas, a mensagem não pode ser passada, portanto há-que limpar as paredes, e os livros não dão ignorância, por isso corta-se na feira do livro, arranja-se o dinheiro para limpar paredes, e acaba-se com a fontinha, com a feira do livro e tudo o que tenha a ver com cultura.


  3. “Seu”, do Rui Rio, obviamente!

  4. Amadeu says:

    É um retrocesso ao sótão das velhas ideologias : Pobrezinhos mas asseadinhos.
    Bem podiam por as tias do Banco Alimentar, Xoné a capitaniar, de esfregona e escova de arame em punho, a limpar os ignóbeis grafitis.

  5. Konigvs says:

    Ainda por estes dias uma amiga me dizia que em Inglaterra o preço médio dos livros é entre 6 e 10£.
    Em Portugal somos muito competitivos na mão de obra barata, mas por outro lado os escritores cagam letras caras comó caralho. Ou então deve ser o papel que é especial de corrida.


  6. Estou de acordo consigo . Neste País tudo funciona ao contrário .
    Só há dinheiro para a porcaria , para a corrupção e para as sujei-
    ras da Banca .

    • Fernando Lopes says:

      Neste caso o dinheiro que houve foi para limpar a porcaria.

      Quem defende o virtuosismo da feira do livro de certeza que nunca foi à feira do livro de lisboa.


      • até agora não me importei, mas agora tenho de pedir-lhe que escolha outro pseudónimo, que esse é de um leitor do aventar e colega bloguer por quem eu tenho muita simpatia e que não merece ficar com a fama de assinar os seus comentários.


  7. Apoios diferentes a “artes” diferentes, pois claro.


  8. Não é por causa da CMP que a Feira do Livro do Porto deixa de se realizar. http://timenoughatlast.blogspot.pt/2013/04/feirar-ou-nao-feirar-eis-questao-ii.html

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