Se há 150 mil euros para limpar grafitis, não há 75 mil para apoiar a Feira do Livro?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Se há 150 mil euros para limpar grafitis, não há 75 mil para apoiar a Feira do Livro?
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
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Prioridades… Não é essa a palavra-chave do seu discurso?!
Tal como eu pensava. Só que aqui dois problemas, a mensagem não pode ser passada, portanto há-que limpar as paredes, e os livros não dão ignorância, por isso corta-se na feira do livro, arranja-se o dinheiro para limpar paredes, e acaba-se com a fontinha, com a feira do livro e tudo o que tenha a ver com cultura.
“Seu”, do Rui Rio, obviamente!
Não percebi.
É um retrocesso ao sótão das velhas ideologias : Pobrezinhos mas asseadinhos.
Bem podiam por as tias do Banco Alimentar, Xoné a capitaniar, de esfregona e escova de arame em punho, a limpar os ignóbeis grafitis.
Ainda por estes dias uma amiga me dizia que em Inglaterra o preço médio dos livros é entre 6 e 10£.
Em Portugal somos muito competitivos na mão de obra barata, mas por outro lado os escritores cagam letras caras comó caralho. Ou então deve ser o papel que é especial de corrida.
Quem estipula os valores é sempre o escritor, como é óbvio. Vives onde? Na parvónia?
Estou de acordo consigo . Neste País tudo funciona ao contrário .
Só há dinheiro para a porcaria , para a corrupção e para as sujei-
ras da Banca .
Neste caso o dinheiro que houve foi para limpar a porcaria.
Quem defende o virtuosismo da feira do livro de certeza que nunca foi à feira do livro de lisboa.
até agora não me importei, mas agora tenho de pedir-lhe que escolha outro pseudónimo, que esse é de um leitor do aventar e colega bloguer por quem eu tenho muita simpatia e que não merece ficar com a fama de assinar os seus comentários.
Apoios diferentes a “artes” diferentes, pois claro.
Não é por causa da CMP que a Feira do Livro do Porto deixa de se realizar. http://timenoughatlast.blogspot.pt/2013/04/feirar-ou-nao-feirar-eis-questao-ii.html