Zeinal Bava e a irrelevância

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© Mário Proença/Bloomberg (http://bloom.bg/14NfApG)

Apesar de continuar sem conhecer – e sem querer conhecer – a resposta à pergunta “Quem tramou Zeinal Bava?”, o meu interesse na tese da irrelevância mantém-se. Gostei de ler as notícias de ontem, acerca dos esclarecimentos que a Oi vai pedir a Zeinal Bava, pois estes podem ser extremamente importantes para dissipar algumas dúvidas que possa ainda haver nas cabeças daqueles que nos governam.

Por exemplo, quando é feita a transcrição de excertos de um texto escrito em português do Brasil,

bava BR

corre-se sempre o risco de ficarem alguns fatos pendurados.

Foi o que aconteceu no Expresso,

bava expresso

provavelmente em conformidade com o princípio do “Agora ‘facto’ é igual a fato (de roupa)”.

Espero que tenham reparado no ‘respectivamente’ em português do Brasil e no ‘respetivamente’ em português europeu. Sim, é uma consequência da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990. Trata-se de matéria já aqui abordada, mas há sempre quem não saiba (e quem, como eu, relativamente a “quem tramou Zeinal Bava?”, não queira saber).

Quanto ao Público, como adopta a ortografia portuguesa europeia, tudo corre sobre rodas.

bava pub

 

Pelo contrário, no sítio do costume, temos o espectáculo habitual:

dre 1312015

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