No final de Agosto, a possibilidade de adiar a venda do Novo Banco chegou a ser equacionada mas o governo bateu o pé, defendendo a venda o mais rapidamente possível. Duas semanas depois, perante os sucessivos falhanços nas negociações, primeiro com o Anbang, depois com o Fosun, algo mudou e o primeiro-ministro afirmou “Não temos pressa nenhuma“. Haja coerência!
Entretanto, os técnicos da UTAO, a tal unidade técnica à qual a coligação exigia que a análise do programa do PS fosse sujeito, vieram alertar o governo para as consequências do adiamento da venda do Novo Banco, que poderá obrigar à emissão de dívida pública ou a recorrer aos depósitos da administração central, a tal que tem os cofres cheios. Já Marques Mendes, porta-voz não oficial do governo na SIC Notícias, informou no Sábado os portugueses que o processo será adiado até ao final do ano, após os testes de stress do BCE, confirmando os receios levantados pela UTAO. E Marques Mendes costuma estar bem informado. Mas não se preocupem que o governo já garantiu, ao melhor estilo de Cavaco Silva, que o processo não terá custos para os contribuintes. Durmam descansados.
Boa noite!







Mas não se vê a olho nú que esta coisa caminha a passos lentos (a modos de manipulação) para que todos paguemos.
Mais uma aldrabice que já foi engendrada com projecto e tudo. Estão a seguir o projecto…No fim vamos pagar todos, ou seja, os contribuintes. Os magnatas sempre estão e estarão a ganhar a coberto de leis e regulamentos que os amigos prepararam na dita assembleia que é cada vez menos da República.
Quem esperava uma varinha mágica, que resolvia a burrada que o DDT e os seus amigos fizeram , é uma desilusão enorme não se resolver este assunto, depressa, com lucro e sem custos.
Habituem-se e se sabem mais, mostrem como se devia ter resolvido: a gravida despida já avançou com a sua solução : nacionalizar… quem tem mais ideias brilhantes como esta?
Não deixar os bancos de depósito serem bancos de investimento, nem deixar os bancos serem tão grandes e com tanto poder na economia.
Como vê, as soluções são fáceis.
Subscrevo.