“59% dos sobre-endividados que pedem ajuda à Deco vivem com o salário mínimo”, lê-se no Público. Independentemente do assunto, sempre que me dirigi à DECO, bati sempre nesta questão: “É associado? “
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
“59% dos sobre-endividados que pedem ajuda à Deco vivem com o salário mínimo”, lê-se no Público. Independentemente do assunto, sempre que me dirigi à DECO, bati sempre nesta questão: “É associado? “

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Pois. Ou seja, a Deco usa os pedidos de ajuda (a que certamente não dá seguimento nos casos em que as pessoas não se associam) para fazer publicidade nos media!
Fui associado da DECO muitos anos e quando tive um problema e pedi ajuda, fiquei a falar sozinho. Eram muitas as dificuldades. Vão lá uns quinze anos, mas de lá para cá … “Não obrigado”.
Exactamente o que me aconteceu a mim. Entretanto, agora com umas campanhas para criar grupos de pressão, para obter melhores preços junto de certos fornecedores: electricidade, grande distribuição, etc., quando nos inscrevemos no site pedem-nos o nr. de telefone. Posteriormente, a troco da entrega de um cartão para o efeito, “comem-nos a cabeça” pelo telefone, para nos tornarmos sócios. Ou seja, daqui a pouco tem que ser criado outra organização cívica para nos defender da DECO.
A DECO dá um chouriço só a quem lhe der um porco.
quando recorri aos serviços da DECO ,a burocracia era de tal maneira(a não ser que fosse,la esta,socio) que rapidamente me afastei de quem supostamente me poderia defender.parecia os serviços do banco barclay que mal se assina o papel…desaparecem os sorrisos das senhoras “colaboradoras” do referido banco.
Mas por acaso a DECO é a Santa Casinha ou alguma empresa pública de defesa dos incautos? Não é nem nunca foi, contudo, ironicamente, muitas vezes faz mais trabalho social do que quem deve, que não faz a puta dum corno.
Existe uma ASAE (uma polícia pública) que – supostamente – deveria investigar o que andamos a comer. Faz alguma coisa? Não, está mais interessada em aparecer nas feiras, munida de metralhadoras para apreender DVD piratas, isto porque ver filme copiado é muito mais grave do que poder morrer com aquilo que se come! No entanto (só um exemplo) quem mostrou que andamos a comer carne contaminada (com salmonella por exemplo) foi a DECO, isto porque quem deveria investigar e analisar o que comemos não o faz.
Mais. Se em Portugal alguma empresa tem verdadeiramente medo, não é dos livrinhos de reclamações, que mais parecem livros de condolências, ou a simples forma dos clientes extravasarem as suas frustrações, e pensarem que algo vai acontecer, quando na prática nada acontece (e eu já escrevi no livro há anos e a senhora ANACOM nem se dignou a responder-me). Escrever no livro de reclamações é simplesmente cair em saco roto. Mas acreditem, quando se faz queixa na DECO (e eu já fui associado durante dez anos) e não sei o que é que eles fazem, mas de repente o conflito resolve-se de imediato e o prestador de serviços, de repente já nos dá tudo e mais alguma coisa.
Mas como comecei por dizer, a DECO, não é a Santa Casinha. E se existisse um organismo público verdadeiramente interessado em defender o consumidor, associações como a DECO nem tinham razão de existir.
Quem faz publicidade agressiva e enganosa como a DECO não tem qualquer autoridade moral para reclamar nem para avaliar outras empresas ou produtos.