O saque


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Habitam em Portugal cerca de 10 milhões de portugueses, dos quais perto de 44 mil, 0,44% da população portanto, serão abrangidos pelo perigoso e totalitário imposto da comandante-ministra-das-finanças-sombra-fetiche-da-direita-radical-trotskista-leninista-chavista Mariana Mortágua, que segundo uma série de fanáticos da seita neoliberal, coadjuvados por um pequeno exército de indivíduos que, nas redes sociais, espalha o pânico e a indignação com histórias emocionantes que parecem retiradas da revista Maria, manipulando, sabe-se lá a mando de quem, alguns milhares de portugueses, será o fim do rectângulo à beira-mar plantado. Porquê? Ninguém sabe. Deve ser pelo mesmo motivo que os juros da dívida não parariam de subir, que o desemprego não pararia de aumentar, que a UE aplicaria sanções a Portugal, que o défice haveria de subir para os 6 ou 7% ou que as agências de rating não perdoariam as heresias da Geringonça. Não há seitas sem profecias da desgraça. O suicídio colectivo, já terá data marcada? Já se faz tarde.

Entretanto, num país que não está muito melhor mas onde a vida das pessoas, principalmente as mais desfavorecidas, está agora um pouco mais desafogada, a propaganda afecta ao anterior regime, velha velha velha dos tempos da União Nacional, desdobra-se em esforços para explicar aos 10 milhões de portugueses que ainda cá vivem que o novo imposto sobre contribuintes com propriedades de valor patrimonial agregado acima de 500 mil euros, que afecta, apenas e só, 43888 cidadãos, será a sua ruína. Que personagens que fizeram fortunas astronómicas, muitas delas manipulando, explorando, corrompendo e roubando, fugindo aos impostos através de paraísos fiscais, tudo isto apesar de muitos deles terem acumulado riqueza através da venda de bens e serviços umbilicalmente dependentes do mercado interno, devem ser protegidas das garras estalinistas daqueles que defendem uma justa repartição dos sacrifícios. Que, Deus nos acuda, o investimento fugirá a sete pés porque o guru dos gajos se entupiu de LSD e teve uma visão profética do futuro, em que subiu aos céus num cavalo alado e, quando chegou lá acima, viu um comuna a comer uma taça de investidores com cereais, criancinhas e leite de soja.

Tudo isto é triste, tudo isto é fado. O fado provinciano que leva algumas das vítimas do saque neoliberal a defender, como se da sua equipa de futebol se tratasse, que o fosso deve ser largo, que os milionários devem ser protegidos de uma crise que deve ser paga com cortes em salários e reformas, uma crise que esses mesmos milionários ajudaram a criar, com a qual obtiveram lucros fabulosos e pretextos para baixar salários e agravar condições laborais. Os mesmos que financiam os partidos que os servem, os jornais que os servem, os comentadores e os colunistas que os servem e as redes de manipulação online que espalham a sua palavra, induzindo e enganando milhares que, convencidos de estarem perante um assalto aos 50 mil euros que pouparam durante 40 anos, dão o corpo às balas por fortunas de milhões às quais se pretende agora tirar uma migalha, sem perceber que são tão descartáveis como qualquer outro peão que a elite das elites mastiga e deita fora.

Imagem via Huffington Post

Comments

  1. já é tempo de, massivamente, mostrar às pessoas que a constante alusão à venezuela, coreia de norte e etc. é um argumento imbecil.

    • JOSÉ LUIS DIAS PIRES says:

      Então vai viver para lá

      • josé luís, não faça figuras tristes. o que foi dito no meu comentário nada tem de elogio à venezuela. ou então explique-me onde está o elogio.

        o que eu disse, e sempre direi, é que as alusões a venezuelas e coreia do norte sempre que se sugere alguma coisita a tributar os mais ricos dos ricos são imbecis. são imbecis – ponto.

        portugal nada tem a ver com a venezuela. nem com a coreia do norte, cuba, ex-urss ou bolívia. nada. nem para isso caminha.
        e nem caminhará por se segurir um imposto como o sugerido por mariana mortágua. um imposto que é simples social-democracia.

        um imposto que o próprio passos coelho sugeriu em 2014.
        um imposto que winston churchill defendia entusiasticamente.
        um imposto defendido entusiasticamente por milton friedman, um dos maiores gurus do liberalismo actual.

        recapitulando: mencionar a venezuela e coreia sempre que há a mínima tentativa de criar UMA (só uma!) medida que toque nos privilegiados, É IMBECIL. é palha para burros comerem.
        é gozar com quem vive na miséria nesses países.

        e não. não sou comunista. sou social-democrata, coisa que o PSD esqueceu há muito e que hoje, tragicamente, só o PS representa em portugal. vá ler o que foi escrito aquando da criação do PSD.

      • se calhar é mais fácil explicar o que quero dizer com este exemplo:

        faria sentido um comentador de esquerda no tempo do passos dizer que estávamos a ficar como a itália do mussolini?

  2. Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

    Independentemente do argumentado pelo articulista, permito-me lembrar que existe uma percentagem muito mais pequena de Portugueses que esperam calma e despudoradamente, adornados com uma pulseira electrónica, que seja feita justiça a verdadeiros escândalos de depredação financeira – que acabaram por ser públicos e que atingem os 40 mil milhões de euros ou seja, metade do que aqui entrou por mãos da Troika.
    De forma que acho muita graça à procura de uma mais valia que atingirá, apenas, os 43888 cidadãos e se continue impunemente a assistir ao escândalo da banca que nos pôs a todos de tanga.
    Um político, ou uma política, têm por obrigação denunciar e verdadeiramente MORDER prioritariamente estes casos que se arrastam, dando tempo a que o crime compense, em vez de entrar numa via que poderá o caro João Mendes minimizar, mas que sobretudo, é verdadeiramente desproporcionada, pois não se vai buscar o que outros roubaram, antes vai-se buscar o que foi acumulado de uma forma que, até me provarem o contrário, foi honesta.
    Sou um homem de esquerda caro João Mendes e o populismo revolta-me. Tenho a firme convicção que esta medida, tomada sem primeiro resolver a questão da banca que lhe anuncio, é do foro do populismo.
    Cumprimentos.

    • Fernando says:

      O Ernesto não discute a medida e as suas implicações, limita-se a dizer duas coisas: a) que se devia tratar do problema dos bancos, e b) que a proposta da Mortágua é populista. Ora, se é de esquerda, como afirma, então está involuntariamente a usar duas técnicas de propaganda queridas à direita, consistem elas em: a) desviar a atenção sempre que uma medida não lhes agrada e b) chamar populista a tudo o que é justo e equilibrado, mas que vai contra os interesses da direita. Bem, mas provavelmente o Ernesto sabe tudo isto e é mais um gato escondido com o rabo de fora.

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Não sei em que sector o Fernando se posiciona, mas eu sou um homem de esquerda já com 67 anos e neste campo, acredite que a idade é um trunfo.
        Vi muita coisa e vejo ainda muito mais (basta ver o que por aqui se escreve).
        Agora o que não me permito é tecer considerações sobre a sua pessoa e/ou a sua inclinação política, embora não tenha dúvida que estou claramente perante uma pessoa que adjectiva como reaccionária quem não pensa do seu modo.
        Sabe, Salazar pensava do mesmo modo, embora com sinal diferente.
        De resto, pela sua pergunta, não percebeu o que significam quarenta mil milhões de euros nas Finanças Portuguesas, embora eu lhe tenha explicado que aqui foram injectados 80 mil milhões para evitar a falência e que a direita nos sugou muitos e muitos anos para pagar a dívida (que continuamos a pagar, enquanto alguns políticos se divertem atrás de Pokémons).
        Percebi que para Mortágua e para o Fernando é muito mais fácil ir buscar mais valias aos 43888 portugueses – os tais Pokémons a que aludo – que a essa dúzia de trapaceiros que a justiça não julga.
        E o Fernando pelos vistos é que é de esquerda…
        Está certo…

    • José Peralta says:

      Caro Ernesto Martins Vaz Ribeiro

      “Um político, ou uma política, têm por obrigação denunciar e verdadeiramente MORDER prioritariamente estes casos que se arrastam, dando tempo a que o crime compense”.

      Não sei se já conhece, mas, na dúvida, aqui tem um artigo de Francisco Louçã que considero esclarecedor, e talvez responda às suas dúvidas !

      É uma espécie de “Momento Zen” alargado…

      http://www.buzztimes.pt/n/louca-perde-a-paciencia-e-sai-em-defesa-de-mortagua/?utm_source=email&utm_medium=newsletter&utm_content=nl&adc_email_list=470

      • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

        Caro José Peralta.
        Começo por lhe agradecer o artigo que não conhecia. De resto gosto muito de ler Francisco Louçã, com o qual estou de acordo na maior parte dos casos, mas que, em muito poucos, nem tanto.
        Pessoalmente, não tenho dúvidas nenhumas sobre um caso destes e fundamentalmente sobre o desequilíbrio de julgamento patente.
        Independentemente das posições de vários comentadores, pela parte que me toca continuo a preferir ter a noção das proporções. Fazer uma campanha que irá bater à porta de 43888 portugueses que repito, até provar o contrário, adquiriram o que adquiriram de uma forma honesta e manter em banho-maria um esquema que já consumiu metade do resgate financeiro de Portugal (mas vai consumir mais ainda, verá), é não ter noção do que é o timing para fazer justiça nem a noção das proporções.
        E não era isto que eu esperava de gente que está certa, para mim, a maior parte das vezes.
        O que me parece é que quem está a favor da actuação da Justiça contra verdadeiros meliantes que desgraçaram um País, é uma pessoa de direita e os de esquerda, são aqueles que procuram mais valias sobre 43888 portugueses. A isto chamo eu, com todo o respeito, caçar pokémons. Eu já não tenho idade para isso.
        Os meus cumprimentos.

        • Fernando says:

          Olhó gato escondido com rabo de fora!

        • José Peralta says:

          Caro Ernesto Martins Vaz Ribeiro

          A mim, e só posso falar por mim, percebo perfeitamente o seu posicionamento de Esquerda, (leio-o com atenção e apreço !) e considero que, àparte pequenas questões de pormenor como é o caso presente, estou do mesmo lado da barricada.
          Sobre os josés luís dias e quejandos, (o…dromedário, tem 22 votos contra, e, pobre diabo que é, tem um a favor, o que é fácil de compreender que é um auto-voto…) as suas “opiniões” rasteiras e provocatórias, para mim , a resposta que merecem costuma ser “palmada na garupa e campo” e não me prendo em elaborações que “funcionam” como “pérolas a porcos” !

          Sobre o caso presente, a opinião autorizada de Francisco Louçã ( e a defesa que faz de Mortágua e cito “Mariana Mortágua tem então mais uma medalha ao peito: conseguiu juntar de novo o PSD e o CDS, o que não estava nada fácil. Conferência de imprensa conjunta, vociferação, ataque pessoal, tudo como seria de esperar. Afinal, uma pequena taxa sobre os patrimónios imobiliários de mais de um milhão de euros é “ilegal, imoral e inconstitucional”, isto dito pelos ex-governantes que impuseram sem eficácia um imposto de selo de 1% sobre os patrimónios imobiliários de mais de um milhão de euros !) e as profissões de fé de António Costa, levam-me a ter alguma expectativa e optimismo, que pelos vistos, o Ernesto Vaz Ribeiro não partilha ! Aguardemos então pelo O. E. cuja apresentação, segundo Costa, vai ser antecipada !

          Cumprimentos

          • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

            Caro José Peralta.
            Começo por lhe agradecer a sua resposta, tal como a clareza do seu ponto de vista.
            Com toda a honestidade o número de votos diz-me pouco. Estou habituado em votar em partidos cujo número de votos é reduzido, mas isso não me faz considerar que têm menos razão que os que são muito votados. Tento, com toda a honestidade, não ser mais um “carneiro” – há-os por aí que chegue – e por isso, voto, mas nunca me filiarei.
            As provocações rasteiras e provocatórias de uma forma geral, nada acrescentam ao debate destas páginas. Discutem pessoas e não ideias e por aí, ficam classificados, para além de se auto-extinguirem naturalmente. Este é o apanágio dos fracos.
            Pessoalmente, não os deixo sem resposta, embora compreenda que é chover no molhado… mas todos temos na vida uma missão pedagógica (ou deveríamos ter…). Só deixo de responder quando o limiar da educação é ultrapassado, pois fui ensinado que a educação cabe em todo o lado e muito mais, num espaço social.
            Não imagina como me sinto mal pelo facto da direita utilizar os mesmos argumentos que eu uso. Mas aprendi, no decurso da minha já longa existência, que a razão não tem um lugar nem uma cor determinada. O que distingue a veracidade e a honestidade do raciocínio, é a prática. E quando vemos PPC criticar aquilo que antes apoiou, logo percebemos estar perante um trapaceiro.
            Não, definitivamente desta vez, não estou com Mariana Mortágua, embora ache muito bem que Francisco Louçã saia em sua defesa.
            O problema, caro José Peralta, é que as actuações são sempre discutidas no âmbito das opiniões partidárias. E neste campo, prezo demasiadamente a minha independência, a minha intelectualidade e o meu conceito de Democracia, o que me impede de transformar-me num alinhado.
            Ainda hoje – chegado a Portugal de muito longe esta manhã – ouvi as notícias sobre a CGD e os nomes associados a eventuais vigarices. São sempre os mesmos …
            Tudo isto me revolta, mas a situação não muda.
            E os políticos com responsabilidades, não MORDEM esta gentalha que repete infinitamente os seus actos de má gestão, para ser meigo.
            Desenvolvi uma má vontade nata contra o poder do dinheiro que termina, sistematicamente, em vigarices protegidas pela escumalha que governa a política. Porque ficar à porta, é proteger.
            Um lugar comum, dir-se-á. Mas é por isso que a minha luta é contra essa elite de vigaristas (que a Justiça não julga, porque se protegem uns aos outros) e não contra os 43888 portugueses de que nos fala o nosso caro João Mendes.
            A vigarice perpetrada e encoberta pela maioria silenciosa, é muito diferente de uma situação de conforto conseguida de forma honesta. E aqui, sei do que falo.
            Acredite que partilho muito do que António Costa defende. Acho-o um governante com um carácter único e sobretudo uma pessoa que não é só um negociador. Só uma pessoa sensível à Democracia pode conviver num meio que politicamente não pode ser pacífico. E faço votos para que vença sobre a ignomínia, a mentira e a desfaçatez em que este País esteve encerrado durante os anos cavaquistas.
            Um forte abraço de respeito e consideração.

  3. Anónimo says:

    Desculpe mas não é suicídio.
    É o “salve-se quem puder”.
    Mais uma vez vez via PS, que cuida de si e do seu eleitorado (a função pública a todos os níveis) … enquanto lá de fora lhe emprestarem o dinheiro, que o privado continua a pagar com língua de palmo. Viva este maravilhoso socialismo.

    • Fernando says:

      É a cassete do costume. Ouça, lá na São Caetano à Lapa não dão aos avençados que escrevem nas caixas de comentários argumentos novos? É só encher chouriços? Olhe que assim a propaganda tem menos eficácia.

      • o privado a pagar o quê? não sei se tem noção que a dívida do sector privado é muito superior à do sector público.

        e não sei se tem noção que é o sector público a pagar os desmandos do sector privado. bpn + bes + banif, etc, etc já se aproxima dos 15 mil milhões.

        • Ernesto Martins Vaz Ribeiro says:

          Caro L.says.
          Junte outro tanto ao número que atribui à história dos bancos e ainda assim fica abaixo do valor real. Há uns meses atrás, números oficiais, apontavam para 35 mil milhões de euros, o valor da fraude do Sistema bancário que estamos a pagar.

  4. Paulo says:

    Foram os mesmos que disseram que a taxa de 1 euro por turista em em Lisboa ia matar a galinha dos ovos de ouro.

  5. Alguém já fez este exercício tão simples?
    Imaginem um apartamento T3, novo, com 150 m2 + varanda de 20 m2 + garagem para dois carros. Este apartamento está sito na Avenida Brasil, na Foz do Douro, mesmo em frente ao mar.
    E está dentro de um condomínio fechado, tem construção e acabamentos de luxo.
    O preço de mercado para um apartamento deste tipo ronda os 700 mil euros. Basta fazer uma pesquisa na Net e ver as ofertas das imobiliárias, para comprovar este dado.
    Portanto, temos um apartamento que só uma escassíssima minoria poderá comprar e que à primeira vista estaria sujeito à tal prometida Sobretaxa sobre o IMI.
    A referida Sobretaxa do IMI incide sobre o Valor Patrimonial dos imóveis com valor superior a 500 mil euros.
    Atenção: Valor Patrimonial, não é o valor comercial.
    O Valor Patrimonial é fixado pelas finanças e obedece a vários parâmetros: a localização, a idade do prédio, a área do apartamento, se tem piscina, se tem campo de ténis, etc.
    POIS SABEM QUANTO É O VALOR PATRIMONIAL DE UM APARTAMENTO DE 700 MIL EUROS NA AV. BRASIL?
    SÃO APENAS 385 440 € – OU SEJA, ESTÁ ISENTO DA SOBRETAXA DE IMI.
    É natural que duvidem desta minha afirmação.
    Mas é fácil constatar o que acabei de afirmar.
    Basta aceder ao Portal das Finanças e simular o Valor Patrimonial de um apartamento com as características acima referidas, com vista para o mar e sito na zona mais cara da cidade do Porto.

    Como aceder ao simulador:
    a) Digite Portal das Finanças;
    b) Clique em Serviços Tributários;
    c) Na coluna à direita clique em Informação Fiscal;
    d) A seguir, clique em Simular;
    e) Clique em Avaliação de Prédio Urbano;
    f) Na coluna da esquerda, indique o Distrito, a cidade e a freguesia (Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde);
    g) Clique em Ver no Mapa;
    h) Localize Avenida Brasil;
    i) Entre no simulador;
    l) Introduza os dados que indiquei.

  6. Antonio Rodrigues says:

    O comentário de João Mendes é “histórico” !! É a meu ver uma obra-prima jornalística. na medida em que consegue sintetizar em poucas palavras um mundo de luta contra a prepotência de uma classe que para chegar onde está reduziu o povo português à pobreza e ao desespero.

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