Em Portugal, é «possível estabelecer contato imediato»

It’s hard to get the students who read a lot of Foucault, for example, to worry about anything as simple as national health insurance, or the minimum wage, or immigration policy, or NAFTA, or something like that.

Richard Rorty

É como chegar, não chegar

Pára, enfim, a relação

GNR

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Efectivamente, no sítio do costume, a possibilidade de estabelecer contato imediato existe há 7 anos.

Sim, eis o ‘eminente’ tão associado ao ‘perigo’ no Diário da República, em vez do esperado ‘perigo iminente’ (recordo indicações dadas em Dezembro de 2015, Janeiro de 2016 e Novembro de 2016), mas não nos dispersemos.

Porque os primeiros dias úteis de 2019 estão a ser bastante excitantes e extremamente auspiciosos. Ontem, também houve contato.

E hoje? [Read more…]

Com que então, é um problema de “politicamente correcto”

Imagem: TVI, 03/01/2019

Com que então, o que há a dizer é que esteve preso por ter escrito “um texto na internet”. Zero referências no destaque quanto à pena de prisão por envolvimento na morte de Alcino Monteiro. E à extorsão, sequestro e posse ilegal de arma.

Mário Machado foi condenado, em 1997, a uma pena de prisão de quatro anos e três meses por envolvimento na morte de Alcino Monteiro. O crime remonta a 1995, quando um grupo de cabeças-rapadas que comemorava o Dia de Camões, 10 de Junho, pelas ruas do Bairro Alto, espancou até à morte Alcino Monteiro, um cabo-verdiano de 27 anos. Dezassete cabeças-rapadas foram levados à barra do Tribunal do Monsanto. [CM, 20/07/2006]

E o que diz um dos envolvidos neste branqueamento da extrema-direita?

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Não tenham medo dos saudosistas de Salazar!

Não há razões para ter receio dos saudosistas de Salazar, porque a esmagadora a maioria já faleceu e, entre os ainda vivos, grande parte padecerá já de avançado estado de Alzheimer!
Tenham medo é de gente estúpida, pois não há, nunca houve, antídoto para tão severa e crónica maleita!

Supremacia da mediocridade

 

Desde já, e para que se compreenda, não tenho qualquer constrangimento em acusar quer as autoridades policiais quer o governo quer as instituições para a segurança rodoviária quer os infinitos grupos de cidadãos “motorizados” (?) de cumplicidade na matança que diariamente acontece nas estradas portuguesas.

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