Karl Marx e Benfica – F.C. Porto, no dia das mentiras

Desta vez, Nabais, a culpa não é do árbitro: é do João Mendes. Siga. Viva o Benfica. Viva!

Foi há vinte anos (pessoal e provavelmente intransmissível)

cobain

Dedicado ao Eng.º Pedro Campos

Ao contrário daquilo que por aqui escrevem, os Nirvana não *atuaram. Os Nirvana actuaram: com ‘c’ (ou com <ac>: depende da perspectiva, mas hoje não vamos falar sobre isso).

Sim, fui um felizardo: estive lá, com o meu amigo Pedro — ainda bem que assim foi, se não, teria sido tão-somente mais um daqueles dias em que o meu clube espeta dois secos ao clube dele.

Daqui a uns tempos, pode ser que me dê para escrever uma crónica sobre esse extraordinário dia. Hoje, não. Lamento imenso, mas ainda não recuperei o fôlego e, por incrível que possa parecer, ainda não acredito. Daqui a vinte anos? Talvez.

Mangala no Manchester City?

A sério? Devem precisar de um guarda-redes.

Eusébio

FBL-POR-LIGA-BENFICA-PORTO

© AFP

Matic, é hoje!

Pode ser mais do mesmo. Obrigado.

Viva Matic!

Sim, conseguiu. Agora, força e encore.

Vamos ao Porto e vamos ser campeões

Fala quem sabe.

Benfica Golo Maxi Pereira

http://bit.ly/17IAT7N

Pinto da Costa critica Vítor Pereira

 “Há duas expulsões claríssimas, que só não vê quem não quer” (Vítor Pereira)

“Falar de arbitragens é ridículo e estúpido” (Pinto da Costa)

Uma final Porto-Braga no horizonte?

Seria lindo.

[vodpod id=Video.6112835&w=425&h=350&autoplay=false&fv=]

Mas para já o que conta é que Braga ou Benfica vão a Dublin. Se o talento que aplicamos na indústria futeboleira se aplicasse a outras, não estava cá o FMI.

Fica o jogo do Porto, que foi dar mais uma lição de bola a Moscovo.

Meu caro amigo, a coisa aqui está preta

Não vale a pena esconder. Estes são tempos difíceis e de trevas, na economia e na sociedade. Portugal passa, provavelmente, pelo mais complicado período da história do pós-25 de Abril. Por falar nisso, façamos um pequeno regresso ao passado. Vamos até 1976.

O artista brasileiro Augusto Boal (1931 – 2009) mora em Lisboa, exilado, em fuga de uma ditadura repressora. Por Lisboa há-de ficar dois anos, antes de rumar a Paris, num percurso que começou em 1971, depois da prisão e tortura, forçando-o a fugir para a Argentina, e que só terminará em 1986.

Na capital portuguesa recebe um dia uma carta em forma de disco. No vinil negro, Chico Buarque tinha ‘escrito’ o momento que o Brasil estava a viver. Dias em que em é preciso “pirueta pra cavar o ganha-pão”, num povo que “vai cavando só de birra, só de sarro”.

Regressemos a 2011. Por estes dias, o  inverso. Um qualquer Chico português pode enviar uma carta, um email, um disco, um ficheiro MP3 a um qualquer Augusto no Brasil.

Com muito ligeiras alterações (tanto mais que a Marieta já não é a mulher do Chico), a letra adequa-se na perfeição a estes nossos dias de portugueses às escuras.

Os portistas, esses bárbaros (III)


Estádio da Luz, 1994. O Benfica vence o FC do Porto por 2-0 e dá um passo importante rumo ao título. No final, os adeptos do FC do Porto são barbaramente agredidos.

Veredicto de Daniel Oliveira: Os portistas são uns bárbaros.