
Nova Ordem Maquinal
É urgente criar um Sistema Mundial de Saúde

Estive a ler e a ver umas coisas produzidas por perigosos globalistas, financiados por George Soros e Belzebu, e todos os seus tortuosos caminhos vão dar ao mesmo: precisamos, urgentemente, de um Sistema Mundial de Saúde. O sistema global – lá está, os globalistas não facilitam – deveria, idealmente, estar em todos os países do mundo. Em cada filial, um núcleo de investigação dedicado à infecciologia (não se esgotaria aqui, mas uma coisa de cada vez), com a tecnologia e os especialistas necessários para diagnosticar, implementar planos de contingência e combater, na primeira linha, qualquer surto potencialmente epidémico. [Read more…]
Oportunidade de negócio para a rolha portuguesa
Ficam avisados todos os clientes de Bill Gates
No caso do desbloqueio do telemóvel do terrorista, Bill Gates está do lado do FBI.
Práticas da Fundação Gates a propósito de Zuckerberg
Alguns dos leitores muito indignados com o meu post anterior sobre a “doação” de Zuckerberg à caridade mundial, argumentaram que a Fundação Bill & Melanda Gates tem trabalho feito na área da investigação farmacêutica, da educação de crianças no terceiro mundo, etc. Tudo isso é verdade e é positivo. Aliás, se estas fundações se limitassem a essas atividades, como dão a entender na sua propaganda, não haveria muito a apontar-lhes. O problema é que estas fundações servem em primeiro lugar para a evasão fiscal. Isto não é propriamente um detalhe quando as quantias sujeitas a imposto são a ordem das dezenas de milhares de milhões de dólares. O facto de não tocarem no capital transferido pela empresa mãe e apenas se servirem dos juros e dos dividendos da fundação para as atividades caritativas ilustra perfeitamente o grau de genuinidade da caridade. Mas o mais grave é a ética dos investimentos destas fundações em fundos e em produtos financeiros, que envolvem valores mais elevados do que a filantropia, da ordem dos milhares de milhões de dólares. É nesta questão que a reportagem acima denuncia as empresas em que investiu a Fundação Gates, como a Lockheed Martin (armamento), a Lehman Brothers (co-responsável pela crise financeira) entre outras empresas, cujas práticas produzem efeitos no terreno que são contraditórios (miséria, proliferação de armas, exploração social, doenças, etc.) com as práticas filantrópicas da Fundação.
Ler artigo de Charles Piller nos Los Angeles Times, citado nesta reportagem.







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