
Nova Ordem Maquinal
O PC vai acabar?
Calma Camaradas – juro que não estava a pensar no PCP!
Falo da luta a 3:
– a Apple meteu o Ipad na máquina e ele mingou!
– a Microsoft continua a correr atrás do prejuízo, mas desta vez o sistema operativo (windows 8) tem uma novidade à espreita – o Surface. Diz-se por aí que é o ipad da Microsoft.
– a Google também deu um passo em frente e já tem à venda em Portugal o Nexus.
A Apple trabalha, desde sempre, com um sistema fechado – vende máquina e software num pacote pronto a comer.
A Microsoft trabalhou sempre com outra prioridade – o software.
A Google, novo player nesta área, quando comparado com as outras duas companhias, tinha o seu foco na web, apesar de ser verdade que já anda por aí o sistema operativo da Google.
E a GUERRA entre estes 3 gigantes, acompanhada pela luta nos dispositivos móveis, vai mudar tudo. [Read more…]
Ajudai a Microsoft e vosso será o reino da dívida pública
Governo Português oferece 4.8 milhões de euros à Microsoft.
Imposto sobre a casmurrice
Cavaco voltou, versão 3.parvo, tem bug
Silva diz que que promulgou o diploma que suspende as reformas antecipadas porque “é de interesse nacional“. Silva assegura que não volta a falar das suas reformas, porque aquilo que os jornalistas “têm escrito sobre o assunto não corresponde minimamente à verdade“.

Silva falou na inauguração da nova sede da Microsoft em Portugal, e tudo bate certo: sistema operativo novamente falhado. Em breve haverá uma actualização de software. Até lá, perderá todos os dados não guardados.
Press any key to continue…
Os deputados Bill Gates
Os partidos da Microsoft, perdão, do governo, chumbaram uma proposta que defendia a opção preferencial do estado por software livre. Tinha ficado com uma leve esperança de que a crise metesse juízo na cabeça de quem não a tem mas afinal é só o Ministério da Educação que se está nas tintas para os computadores das escolas (já desconfiava), em vésperas do regresso da ardósia, a informática não deve ser um conhecimento fundamental para Nuno Crato que só faz contas de cabeça (e vá lá, ainda a tem).
Aprovar uma proposta como aquela tinha duas vantagens: poupava pelo menos 50 milhões e dinamizava a indústria de software nacional para onde ela pode crescer, precisamente para os lados que concorrem com a decadente Microsoft. Não perceber que via Google o software baseado em Linux vai dominar o mercado é digno de quem leu uns artigos nos jornais e pensa que sabe alguma coisa do assunto. O Android já é a plataforma mais utilizada no seu mundo, e isso diz tudo.
Não ver isto tem duas componentes: a ideológica (estes analfabetos pensam que o software livre é coisa de comunas e idolatram o tio Bill mais o primo Jobs) e a dos interesses (a Microsoft suborna por tudo o que é sítio e vê Portugal como um ponto estratégico para entrar nos Palops, já que com o Brasil não teve sorte nenhuma). Ou seja, ignorantes e lambe-botas, é o que estes senhores são.
Docinhos Micro$oft
Quando uma empresa que vende 35 milhões de euros por ajuste directo ao Estado português fala em oferecer software de “transparência”, só pode estar a referir-se ao celofane que envolve as caixas dos DVD do Office e do Windows.
«E caso o governo português siga o ritmo dos restantes executivos europeus, passa a gravar e armazenar dados públicos dos cidadãos na “nuvem” controlada pela Microsoft, através da “plataforma Windows Azure”.» [ionline]
Gostava de saber quais são esses «executivos europeus» e porque razão estão a confiar o controlo de dados potencialmente sensíveis a uma empresa.
Finalmente, há a questão dos preços de licenciamento.
Foi por causa dos vírus
O Ministério da Educação aderiu ao software livre. Se quer manter a sua escola aberta use Linux. A Secundária de Lagoa, nos Açores, e a EB 2,3 de Nevogilde, em Lousada, fecham já a seguir.
O consumidor protegido jamais será

Um gajo apanha aqui a hiperligação para o local do Portal do Consumidor onde se pode inscrever na Lista nacional de não recepção de comunicações publicitárias, uma boa ideia para evitar receber sms’s publicitários que quanto ao imaile deixem-me rir.
O gajo preenche aquilo, e carrega em enviar e aparece uma janelinha a dizer:
Por favor preencha o n.º de telemóvel ou e-mail
e estranha, estava preenchido, repete o gesto. Sendo o gajo um gajo calejado nestas cenas de portais do estado, decide experimentar noutro navegador, o explorador que o sr. Gates impingiu ao mundo através do truquezinho de o instalar como navegador por defeito no windows prái 95 se bem me lembro.
Funciona. À primeira. O Portal do Consumidor força-me a consumir um produto que detesto, e que guardo para estas emergências de ter de lidar com autores de portais incompetentes e tão tótós como quem os contrata. Se estivesse a usar outro sistema operativo nem essa hipótese tinha. Tal como no Portal das Finanças. Mas no Portal do Consumidor deve ser piada, o gajo é que não achou nenhuma.
Aqui chegado o gajo vai ver quem fez o portal, uma tal de Master Link, se quiserem lá ir carreguem em incompetentes, consulta a lista de clientes onde se destacam:
ANQ ASAE Assembleia da República MOPTH Cinemateca CNB DGAE DGADR DGC DGE DGERT DGEG DGFV DGPC DGS DGC ENIDH GEE ICAM IGAC IGAL IGAS IQF IGF INE Ministério da Economia e da Inovação Ministério da Saúde Secretaria-Geral do Ministério da Cultura Secretaria-Geral do Ministério das Finanças SAEF Teatro Nacional São Carlos
Faz-se luz, o gajo topou a natureza da coisa. É uma empresa fortemente vocacionada para prestar serviços ao governo, perdão, ao estado.
Ah, já me esquecia: a funcionalidade do portal é muito avançada. Tem uma barra lateral onde o velho elevador é substituído por 2 botões. Nunca tinha visto. Ainda deve estar para ser inventado, tal como a roda do rato.
E na ficha técnica dizem: Em termos de navegabilidade este sítio é compatível com os browsers Internet Explorer, Netscape e Firefox. Para quem não saiba o Netscape, que se danou com a golpaça da Micro$oft, desapareceu há anos. O funeral está aqui. São compatíveis com os mortos. E mentem em relação aos vivos. E no governo, perdão, no estado, gostam deles e nem reparam porque usam os navegadores do tio Bill, que uma vez até cá veio, lembram-se?







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