Agora repitam todos comigo: toda a imprensa é controlada pela esquerda

Como já aqui tive oportunidade de denunciar, a imprensa portuguesa não passa de uma cambada de comunistas. E, se dúvidas restassem, aqui fica a prova irrefutável do domínio absoluto da esquerda no comentário político nacional. É o marxismo cultural, estúpidos!

PSD domina comentário político na televisão

A análise do Laboratório de Ciências da Comunicação do ISCTE-IUL aos comentadores «residentes», nas televisões em Portugal revela que o partido com mais comentadores e que, simultaneamente, são militantes partidários é o PSD:

A análise realizada encontrou 27 espaços de comentário «fixo» de militantes partidários. O PSD tem 11 espaços de comentários fixos, o PS tem 7, o BE tem 4, o CDS-PP tem 3, o PCP e o L/TDA [ Livre/Tempo de Avançar] têm um cada. [European Journalism Observatory, 12 de Maio de 2016]

 

Espaços de comentário televisivo

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Da ausência de pluralidade no comentário político em Portugal

Think

São 23:40. Nos três canais noticiosos que existem em Portugal, discutem-se as eleições presidenciais. Na TVI24 estão três comentadores, todos de direita, a discutir a vitória do comentador de direita. Temos João Miguel Tavares, António Costa do Diário Económico e David Dinis da Fox News portuguesa do Observador. A Fox News portuguesa O Observador está também representado  na RTP3 com o incontornável José Manuel Fernandes, num painel feito de comentadores e politólogos essencialmente de direita. Num e noutro canal, não há um único comentador próximo das posições do PCP ou do Bloco de Esquerda. Eles até existem, mas a sua opinião aparentemente não conta. Pacheco Pereira, na SIC Notícias, será porventura aquele que mais se aproxima. Um perigoso e radical social-democrata.

Vão cair que nem patinhos, vai uma aposta?

Mr. Peabody and His Wayback Machine

Há dez anos começava o programa Contraditório, da Antena 1, durante o efémero governo de Santana Lopes. Na passada sexta-feira, fez-se neste programa uma retrospectiva e, veja-se só, estamos em 2014 a viver 2004.

Uma repetição que nos atingiu passado uma década foi o caos no início do ano lectivo. Mas, tal como não há mal que não piore, desta vez o experimentalismo, expressão do ministro, foi a prometida implosão, não do ministério, mas da estabilidade. Passado mais de um mês e ainda há alunos sem aulas. [Read more…]

Colonos do Comentário Singular

Muitos dos que exercitam o comentês político-económico encartado e colonizam TV, Rádios e jornais por estes dias, e que são sempre os mesmos, estarão a dizer exactamente o mesmo que disseram nas vascas do Orçamento de Estado em decurso. Provavelmente com mais razão e mais razões. O que disseram do OE2013? Disseram o que disseram e era tenebroso. Quem os ouvisse, ouviria da sua inexequibilidade completa. Assim falou Ferreira Leite. Assim falou Pacheco Pereira. Assim rouquejou Constança Cunha e Sá e outros, muitos outros, que dizem sempre a mesma coisa e sobretudo o que muitos e muitas querem ouvir, não ouvindo mais nada senão o mesmo prato opinativo de bacalhau de cada dia. Para o comentês, os Orçamentos sob a Troyka, apesar das circunstâncias e das condicionantes, nunca têm atenuantes. E são negros. Assim os declarou e declara de fio a pavio, negros, a ala socratista: dessa gente e dos seus sofismas nunca saiu nem sairá uma só nota positiva, uma só nota de esperança. Por que não fazem terapia?! [Read more…]

Portugal Tem Cu Mentol

mentolComo já dei a entender, ter de comentar as prestações comentaristas de José Sócrates tira-me o sono e retira-me minutos de paz: o azar completo da Nação, o Anti-Toque de Midas, isto é, o Dom da Merdificação Político-Económica do País concentrados num só Maluco vazaram já tarde para Paris. A pouco e pouco, esperava eu, conquistaríamos o nosso sossego. De vez em quando, faz falta o vazio higiénico da estridência estéril na Política, o zero de tensão artificial no ar, umas férias à crispação pela crispação. O silêncio excessivo de Passos [um silêncio sem programa e sem mensagem que valha a pena] é o oito comparado com a sobre-exposição mediática com que Sócrates e os seus fabricavam paleio-camuflagem vinte e quatro por vinte e quatro horas, os sete dias da semana.

Preferia não voltar a sentir desapontamento e incómodo no confronto pessoal com essa indústria de entretenimento e prestidigitação políticas, com o olho gordo em todos os negócios e comissões que a Política comporta para bichas de rabiar e oportunistas daquela cepa. Assim, voltarei à chatice de contrariar Sócrates comentador, simbionte desta magna frustração e raiva portuguesas, provocador gratuito de milhões de mansos. [Read more…]

O telecomando tem pilhas?

Que Sócrates seja comentador político para sempre.