Páscoa subtil

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O Lidl Portugal deseja-lhe, subtilmente, uma Páscoa muito feliz.
O resto, tudo o resto é publicidade grátis.

Mais uma para o dossier “quem é que põe dinheiro num país dirigido por comunistas e bloquistas?”

Lidl vai investir 70 milhões de euros em Portugal até ao final do ano.

Negócios da Índia

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Desde o seu planeamento em 2006 que o novo Parque Empresarial de Águeda, o Parque Empresarial do Casarão, obra pensada, projectada e comercializada pelo executivo socialista aguedense, executivo que cessará funções este devido à impossibilidade de Gil Nadais se recandidatar ao cargo, está envolto numa enorme polémica e é motivo de discussão entre os munícipes.

A longa demora nas obras, a falta de empresas interessadas na aquisição de lotes no referido espaço para construir unidades de produção, a desistência verificada por parte do LIDL em ali se sediar com um novo entreposto de mercadorias para a região centro, devido às péssimas acessibilidades rodoviárias de acesso ao Parque, o excessivo despesismo cometido pela autarquia em 2012 na instalação de postes de alta e média tensão no parque quando ainda não existia nenhuma empresa a laborar no espaço, aliada a um forte consumo energético 24 sobre 24 horas da iluminação pública que se verificou desde 2012 até aos dias de hoje, para literalmente nada produzir foram alguns dos problemas publicamente levantados sobre a forma em como foi gerido todo o processo por parte do executivo camarário aguedense.

Porém, os problemas não se resumem ao que acabei de enunciar…

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Ironias

A música dos Sétima Legião, da qual certamente muitos se lembram, faz hoje de banda sonora em anúncios publicitários do Lidl.
Há uma certa ironia nisso.

Muda o merceeiro, continua a mercearia holandesa

O escritor Giuseppe Tomasi di Lampedusa deixou-nos a seguinte frase:

Algo deve mudar para que tudo continue como está.

Veio-me à memória quando li o seguinte título no ‘Público’:

Accionista da Jerónimo Martins propõe Pedro Soares dos Santos para presidente

À Sociedade Francisco Manuel dos Santos, controlada pela família Soares dos Santos, justamente por se tratar de uma sociedade, é permitido ser accionista único da sociedade anónima JM – legalmente é obrigatório o mínimo de cinco sócios (accionistas), em caso de participações individuais.

A mim, pelo menos, não me causa a menor surpresa que, à renúncia à presidência pelo pai, o também comentador político Alexandre Soares dos Santos, suceda o filho Pedro. Tenho a certeza, pois, de que a mudança familiar de merceeiro não ameaça os interesses da JM e do paraíso fiscal da Holanda que, continuará, a embolsar os impostos sobre os lucros da dita sociedade.

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