Todavia:
«A digressão comemorativa do 60.º [fmv] aniversário do primeiro concerto dos Rolling Stones começa esta quarta-feira em Madrid e não passa por Portugal»
(Expresso)
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Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Todavia:
«A digressão comemorativa do 60.º [fmv] aniversário do primeiro concerto dos Rolling Stones começa esta quarta-feira em Madrid e não passa por Portugal»
(Expresso)
***
THE OLD MAN: I am actually married to Barbara Mandrell in my mind. Can you understand that?
EDDIE: Sure.
THE OLD MAN: Good. I’m glad we have an understanding.
— Sam Shepard, “Fool for Love“
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Poderíamos reproduzir (ou adaptar) esta conversa entre o Eddie (o Sam Shepard deixou-nos há poucas semanas) e o The Old Man (o Harry Dean Stanton deixou-nos hoje, soube há pouco pelo nosso António Fernando Nabais), com o AO90 a servir de Barbara Mandrell (coitada da Mandrell), da seguinte forma:
A PESSOA QUE ESCREVE NO SEXTA ÀS NOVE DA RTP: Eu escrevo segundo o AO90. Percebe?
UMA PESSOA QUALQUER QUE TENHA LIDO E PERCEBIDO O AO90: Claro!
A PESSOA QUE ESCREVE NO SEXTA ÀS 9 DA RTP: Ainda bem que estamos de acordo.

Para banda sonora, se não houver L’idiot, se não houver City of New Orleans e se não houver os meus dilectos Ao Soldado Desconfiado ou The Phoenix, então pode ser o Comboio ou então o Noutro Lugar. Não escolham o Depois de ti, mais nada, sff. Obrigado. Adaptações? Start Me Up é fixe, mas prefiro Love Removal Machine.
Agora, vamos àquilo que interessa:
A lenda daquele falseto divinal em “Emotional Rescue” arrastou meio milhão de cubanos no histórico concerto realizado ontem à noite em Havana, no corolar de uma semana inesquecível na capital cubana, simpatias pela figura de Fidel à parte. Se na primeira parte do show, Obama não convenceu o “Castro” mais novo (peço imensa desculpa por ter que catalogar desta forma a sombra do seu irmão Fidel) quando este esperava seguramente que o presidente Norte-Americano levantasse finalmente uma ponta do véu do embargo vigorante sobre o país (a todos aqueles que enchem a boca para criticar o regime cubano, pergunto sempre como seria a vida no nosso país se estivesse sob embargo económico de 75% dos países mundiais; decerto que não seríamos capazes de sobreviver), resumo apenas a visita do presidente Norte-Americano como um passo histórico sim, cheio de danças, show-off, promessas opacas e vazios de conteúdo, quando Castro esperava algo mais, dado que é peremptória a assumpção entre o regime de que este economicamente terá que ter alguma abertura (controlada, obviamente) ao investimento privado externo. De nada valeram para já as intercessões negociadas pelo Santo Mujica e pelo Papa Francisco.
O leitor do Aventar vai a passar em frente de um edifício e sabe que no seu interior estão, em boa e pacífica convivência, nomes como Jimi Hendrix, John Lennon, Amy Winehouse, Beatles, Tina Turner, Little Richard, Rolling Stones, Mick Jagger, Kurt Cobain, Bob Dylan, Morrisey, etc. Que faz o nosso leitor? Entra?
Eu entrava, se estivesse em Nova York e passasse em frente ao Museu de Brooklin, onde, até ao fim deste mês, se encontra presente a exposição “Who Shot Rock & Roll: A Photographic History, 1955 to the Present” dedicada aos fotógrafos que acompanharam por dentro e por fora a história do rock & roll, gente que registou para a posteridade o Woodstock e Monterey, e andou tu cá tu lá com Sex Pistols, Led Zeppelin, Kiss, Prince, Lou Reed, Elvis Presley, Janis Joplin, Frank Zappa e muitos outros.
Entre nuvens de fumos, alucinogénicos químicos e naturais, álcool a rôdos, pós de todas as proveniências e ressacas várias, é legítimo que se pergunte: a revolução do rock & roll existiu mesmo?
Existiu. As fotografias cá estão para o provar.

And it’s sure been a cold, cold winter
And the wind ain’t been blowin’ from the south
It’s sure been a cold, cold winter
And the light of love is all burned out

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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