Não sei o que dói mais, se os já habituais tiros no pé, se a falta de jeito para lidar com enxadas, perdão, com uma desempregada.
Constata-se que além de pastilhas para a rouquidão nesta campanha também há quem precise de ansiolíticos.
Não sei o que dói mais, se os já habituais tiros no pé, se a falta de jeito para lidar com enxadas, perdão, com uma desempregada.
Constata-se que além de pastilhas para a rouquidão nesta campanha também há quem precise de ansiolíticos.
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Por falar em enxadas, um dado curioso. Nasci e vivi na Figueira da Foz, onde também estudei e trabalhei algum tempo. É costume lá na região contratar pessoas para trabalhar à jorna quando há trabalho que tal justifique, sobretudo na sementeira e na colheita do arroz. A questão é que não há pessoal para contratar. Os jornaleiros recebem entre 50 e 70 euros ao dia, conforme o serviço e conforme se é homem ou mulher (não é sexismo; um homem a cavar vinha tem um rendimento bem diferente).
Não sei, nem quero saber, qual é a situação da mulher do vídeo. Nem vou começar com o discurso do “vão trabalhar malandros”. Apenas pretendo sublinhar que há trabalho quem ninguém quer. O caso que descrevo, conheço-o na primeira pessoa.