Diz que os aventistas armaram prá aí um trinta e um do escafandro e má não sei o quê e eu a ver a minha vida a andar pra trás que não tinha onde debitar. Bem, a coisa lá se resolveu. Por sinal sem a minha ajuda, que eu tenho mais o que fazer e se não for aqui vou fazer a minha vida para outro lado, pois claro, que eu só cá vim ver a bola e o resto é letra. (mas por acaso, ó Ricardo, tive com a ratinha e ela mandou-te um beijinho repinicado. Diz para apareceres que está com saudades ).
Mas ele há males que vêm por bem. Perdendo-se a ocasião, escusei de agradecer a lagartagem, o que muito me calhou. Não é que o fosse fazer. Muito pelo contrário. Aliás, como sempre, lá estão eles a intrometeram-se em conversa de gente graúda. Mas quem é que lhes disse que podiam espetar três secos aos andrades, assim sem mais nem menos. Pediram autorização, porventura?
A gente a guardar o melhor bocado para véspera e vêm estes caramelos tirar-nos o gostinho da boca. O gostinho de ganhar o campeonato no estádio do pastor alemão ou do ladrão, do c…aramachão, ou lá do que é que é. Enfim, como sempre os cabelinhos à fosga-se a entrarem na festa sem serem convidados.
Dito isto, cumpre-me confidenciar – todos os leitores e colegas de blog não benfiquistas façam o favor de se retirar que a conversa a partir daqui é privada – o seguinte: as minhas pernas tremem, o meu coração palpita e a minha voz embarga-se. Suores frios assolam-me pela noite. Pesadelos hediondos não me deixam dormir.
Definho, camaradas. Bem sei que tudo corre bem, os árbitros roubam e o puto marca. Copiosamente, a chuva cai , mas a equipa continua a jogar com se nada fosse. Dir-me-ão, Deus é benfiquista e o filho é o nosso mister. É certo e sabido, não hajam dúvidas. Porquê então tanta aflição?
Eu temo, meus amigos, mesmo assim temo. Temo pelo demo que não dorme e cuja perfídia é infinita e tremo pela ânsia do temer. O arcepispado, que em outros tempos não se metia nestas coisas, conluiu-se com a besta e visa agora contrariar a ordem natural e divina das coisas. Mal comungados com quem não ouso pronunciar o nome, pretende tirar-nos aquilo que por direito é nosso. Os três pês conjungam-se agora com um quarto.
Há, pois, que ser vigilante, não baixar a guarda e muita cautela, cházinho de tília e caldos de galinha. Velha. A galinha. Não confundir com frangos.







respondo amanhã que agora já se faz tarde para bater na lampionagem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
e golos, já agora, nem que seja só mais que o adversário. Golinhos e caldinhos de galinha dá canjinha na tacinha.