Submarino ao fundo, batalha naval dos pequeninos

Umas vezes são as autoridades inglesas, outras as alemãs, a verdade é que ninguém liga patavina. Quando a importância que nos dão é esta, acaba-se assim, sem honra, sem poder de decisão e sem voz própria.

Uma coisa é aquilo que nós pensamos que somos no mundo, outra é a forma como o mundo nos vê.

Habituem-se. A propaganda interna é isso mesmo. Interna.

Comments


  1. Quem mais berrará contra os ditos submarinos – sabem quantos a Grécia tem? -, são exactamente os mesmos que dentro em pouco apresentarão a zona económica exclusiva e extensão da plataforma continental, como uma espécie de Mapa Cor de Rosa dos nossos tempos. Sem podermos exercer a soberania, não se admirem nada com uma espécie de ultimatum silencioso. Nem a Espanha, nem a França ou até Marrocos, ligarão “pevide” a pretensões de quem não se pode afirmar pelo poder. E contra factos, não há argumentos. Já alguém procurou encontrar soluções, em vez de andarmos sempre a usar a tropa como arma de arremesso da demagogia rastejante? Não. Preferimos usar as FA como moleques de todo o serviço, para uns shake-hands nas fotos com Obama e outros por esse mundo fora. Para estrangeiro ver. O mundo é o que é, gostemos ou não.
    Portugal tem de definir uma estratégia nacional, ausente desde que o anterior regime caiu. Não podemos viver de medidas a curto prazo. De outra forma, é melhor desistirmos.

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