As empresas dos boys…

Foi criada uma outra empresa “Arco ribeirinha do Sul” para tratar os terrenos, imensos, do outro lado do Tejo, onde estiveram a Siderurgia e a Lisnave. Acontece que já há uma empresa com grande experiência nessas matérias que é a Expo 98 que, desde esse ano, tem adquirido imensa experiência cá dentro e lá fora.

Claro que o Presidente é um notório socialista que ganha um belo vencimento, e há quem, na oposição, já declare mesmo que isto é o principio de mais um monte de empresas desnessárias, em cascata, para dar emprego aos muitos socialistas ávidos de tacho.

É assim, que Sócrates se mantem, dando benesses, distribuindo influência, aumentando a participação do estado na economia. Claro que há outra empresa ,tambem publica, que é a proprietária dos terrenos – a Baía Tejo, SA – cuja função é ter uma visão estratégica e integrada da área Metropolitana de Lisboa, atendendo aos novos projectos da terceira Travessia,Poceirão (TGV) e Aeroporto.

Bem, as funções podem estar trocadas, porque a única que tem experiência e existe há 12 anos é a EXpo 98, as outras vão fazer  o menos possível. Falta dizer que o presidente é o ex-candidato perdedor do PS à Câmara de Palmela.

Comments

  1. António Soares says:

    …Luís,dá-me uma boa noticia…será que somos masoquistas?!!!Nem com estas evidencias,este lodo muda!!!

  2. maria monteiro says:

    “Na China é mil vezes pior. Boa notícia?”

    então é por isso que os chineses vêm para Portugal,…

  3. António Soares says:

    …Queres então dizer (Luís)que vamos a caminhar para a muralha,para nos fuzilarem…pelo que vejo por cá!!!


  4. Já tinha matutado nestas empresas – não me lembro o que me alertou para elas. De qualquer forma já tinha feito umas pequenas pesquisas:

    Reparem que a ideia da “Baía do Tejo” aparece em 2003 (Governo Durão Barroso).

    Ainda há pouco, em 2009, José Neto, arguido do BPN demite-se da Quimiparque (que agora parece que faz parte da Baía do Tejo por um processo de fusão). O ex-ministro Arlindo de Carvalho também por lá passou (vejam o link anterior e aqui). Inclusive, este José Neto, manteve-se ainda por três meses em funções apesar de se ter demitido e não ter funções executivas…

    O Fonseca Ferreira (PS) foi convidado para o cargo em Fevereiro, por este governo.

    Isto chega a ser bizarro dado que o PSD pede explicações ao governo, em Maio, pela criação da empresa – como se não estivessem metidos nisto…

    Não quero com isto parecer estar a defender o PS – longe disso – eu julgo que os partidos são igualmente nojentos. Apenas quero realçar que não há diferença entre os partidos políticos em Portugal. É tudo farinha do mesmo saco (farinha com bicho, quero dizer).

    Se fizerem uma busca de 2003 para cá sobre estes temas vão constactar outra interessante. Há avanços e recuos que são aparentemente desconexos, as empresas tomam iniciativas desarticuladas, a sensação com que fico é que não há planos estratégicos, as acções tomadas não são reflectidas e parece que não seguem um plano nem tentam atingir um objectivo. Isto é um bocado o que observo nas empresas privadas portuguesas. Navega-se à vista e improvisa-se.

    Encontram-se mais coisas interessantes aqui. Vejam só a quantidade de sub-holdings. É uma festa!

    • Luís Moreira says:

      esse José neto e o Arlindo demitiram-se por causa do BNP e julgo, não tenho a certeza, por terem comprado a Imobiliári do antigo IPE,hoje Parpública, por tuta e meia, com o dinheiro do BNP. Mas o PS e o PSD são o centrão dos negócios,disso não tenho dúvidas.

  5. António Soares says:

    Hélder,ainda bem que escreveste isto,assim pude ir ver a selva,(aqui) e só vejo hienas, abutres,e ratos de esgoto,nesta festa nojenta do…sistema.

  6. António Soares says:

    Da maneira em que se encontramos(alguns)quem podia governar este barco(Portugal)com coragem,e sem medo das ondas,viessem elas,de onde viessem?Eu vou dizer um nome:Rui Rio!!!E para vós?!!!

  7. António Soares says:

    Já somos dois…

  8. joão Nunes says:

    Três!


  9. Boa sorte! Mas não creio que isto vá lá com um líder. Mesmo que esse líder seja 100% incorruptível (difícil) e que por uma grande sorte o seu núcleo duro tb o seja (impossível). Eu creio que isto só vai começar a mudar quando houver transparência.

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