À atenção da Fernanda Câncio, aquela que defende que com as uniões de facto ninguém vai querer casar

Fernanda Câncio,

Aconselha o civismo, a educação, a decência e as regras implícitas da blogosfera que se cite ou que se faça um link de determinado post  a partir do qual se escreveu um outro post.

Ora, a Fernanda leu no Aventar um post do António Serzedelo de que não gostou. E vai daí, respondeu com um outro post, mas sem nunca referir o post e o blogue a que está a responder. Porque para si, claro está, o Aventar é um blogue menor.

Por essas bandas, valha a verdade, já estamos habituados a esse tipo de procedimento. Embora também seja verdade que o mestre das «citações sem link» acaba de ser corrido do Jugular por razões perfeitamente atendíveis. Da sua parte é que é novidade, pelo menos para mim.

Pelos vistos, na sequência desse post do Aventar, a Fernanda intimou o António Serzedelo a desmentir a tal conversa, na qual a Fernanda lhe terá dito que se a lei das uniões de facto fossem ávante ninguém ia querer casar. Não conheço os contornos da conversa, mas acredito piamente no António Serzedelo. E se ele disse que a Fernanda disse que com as uniões de facto ninguém ia querer casar, é porque a Fernanda disse que com as uniões de facto ninguém ia querer casar. Um aventador não mente.

Fernanda, o seu post de resposta ao António Serzedelo tem o elucidativo título de «Opus rascum». Com o devido respeito, a parte do rasca ficará consigo.

E não precisa de fazer link deste post. Porque como dizemos cá pelo Porto, eu não sou da sua laia.

Comments


  1. Depois de ler o post de António Serzedelo – no Aventar -, e de, posteriormente, ler o arrazoado ordinário de Fernanda Câncio, só se poderia deduzir uma de duas coisas:

    1. A moçoila enfiou a carapuça (porque em nenhum momento Serzedelo a ela se refere).

    2. A sua arrogância e pretensiosismo (ou vaidade desmedida, como quiserem) levam-na a supor que só a própria (e mais ninguém) poderá ser “uma distinta defensora do casamento” (A. Serzedelo, dixit).

    Não fora a circunstância de a diatribe da Câncio pôr em causa o carácter de António Serzedelo, nem perderia tempo a comentar. Mas, por ser seu amigo há vários anos (embora divergindo regularmente – e, ultimamente, em movimento uniformemente acelerado…), não poderia ficar calado pelo ataque baixo (e, repito!) ordinário a um homem que, em matéria de carácter, não deve nada a ninguém e muito menos à ex-namorada (assim apresentada e nunca desmentido pela própria) de António Sócrates Pinto de Sousa.

    No entanto, sou levado a crer que Câncio enfiou mesmo a carapuça, porquanto me recordo perfeitamente, aí por volta de dois anos atrás, de Serzedelo, num grupo de amigos, ter revelado (estupefacto) a conversa que teria tido com Fernanda. E, obviamente, não ponho em causa a versão de António Serzedelo que, pelas razões já expressas, não é pessoa que se envolva em jogos baixos e pequenas calúnias, como infelizmente parece ser o caso da “rascum” Fernanda Câncio.

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