Solução Incêndios 2010
21/08/2010 by
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Beati pauperes spiritu. Eu nem precisei de ouvir a segunda parte para me rir de dó, pois lembrei-me logo da Estação Rádio Naval de Apúlia. Passei lá há dias a pé e é uma vergonha aquilo ostentar os dizeres “Património do Estado”. Junto envio link da notícia que saiu há um ano no JN, com fotografias que até beneficiam o cenário, pois ao vivo é muito pior. Revoltante.
http://jn.sapo.pt/CidadaoReporter/Interior.aspx?content_id=1396053
Estes são os pobre-diabos, os que não são ninguém na sociedade e a quem a sociedade marginalizou. Porquê falar sempre só neles? Para que a sociedade se desculpabilize e possa dormir descansada? Todos os anos ouvimos a mesma ladainha: os incêndios existem porque há criminosos! Somos portanto um país de criminosos. Será mesmo assim? A sociedade não tem culpa? Os governantes não têm culpa? Os propritários das matas que não são limpas nem minimamente tratadas, nem minimamente racionalizadas não têm culpa? Não estaremos com o nosso comodismo habitual a ver o problema ao contrário? Não é a ocasião que faz o ladrão? Se em vez de bombeiros voluntários, existissem sapadores que durante todo o ano vigiassem e limpassem as matas, devidamente pagos, pois claro, não seria preferível e mais barato? Num país com tão grande extenção de matas e floresta compreende-se a existência de bombeiros voluntários? Porque não entregam a educação a professores voluntários ou a saúde a médicos voluntários ou a segurança a policias voluntários?