Onde no blogue do Ministério da Cultura estava isto:
Tomem nota: não cultiva a hipocrisia.
Deixou de estar
A ministra deletou e deixou isto:
Ficando muito pior a emenda do que o soneto. Ou usar o estado para promover o programa eleitoral de um partido pode fazer-se em pré-campanha e agora, missão cumprida, é que já não?






Uma vergonha. Se é para isto que PS quer um Ministério da Cultura, mais vale acabar com ele e pendurar os organismos dele dependentes em qualquer outro ministério. Então, pelo menos, poupava-se um salário de ministro e de uns quantos assessores, secretárias, motoristas, etc.. E nós ficávamos poupados a estes desvarios…
Meus amigos
Em primeiro ,estamos pagando para passiar os meninos e mulheres dos sr.s governantes
por isso todos carros do governo deviam ter uma côr ou maticula expecial para que os conheçamos bem e nâo serem o carro de todos serviços pagos por nós portugueses
arrastados trabalhando para pagar mais impostos.
Aprendeu com o cabecilha da corja e, descarada, mente cultivando a hipocrisia.
… Que o Ministério da Cultura —como qualquer outro, aliás— não é apartidário, já eu sabia, Porque ninguém é ministro ou secretário de estado sem “beijar” a mão, no mínimo, ao “padrinho”.
Faltava saber, oficialmente —mais tarde ou mais cedo, viria um atrasado que o confirmaria—, que os ministérios são, de facto e na essência, plataformas de apoio e de captação dos partidos, então, no governo —lamentavelmente, e apesar das inscrições no “cirque du soleil” serem sempre possíveis, quem quer dar cambalhotas e fazer equilibrismo tem que ser capaz de o fazer a um nível elevado, porque companhias com tal categoria não dão espectáculos em vãos de escada.
Então está bem, pode-se promover a camarada Canavilha a Canalha.