A ministra delete

Onde no blogue do Ministério da Cultura estava isto:

Tomem nota: não cultiva a hipocrisia.

Deixou de estar

A ministra deletou e deixou isto:

campanha eleitoralFicando muito pior a emenda do que o soneto. Ou usar o estado para promover o programa eleitoral de um partido pode fazer-se em pré-campanha e agora, missão cumprida, é que já não?

Comments

  1. Carlos says:

    Uma vergonha. Se é para isto que PS quer um Ministério da Cultura, mais vale acabar com ele e pendurar os organismos dele dependentes em qualquer outro ministério. Então, pelo menos, poupava-se um salário de ministro e de uns quantos assessores, secretárias, motoristas, etc.. E nós ficávamos poupados a estes desvarios…


  2. Meus amigos
    Em primeiro ,estamos pagando para passiar os meninos e mulheres dos sr.s governantes
    por isso todos carros do governo deviam ter uma côr ou maticula expecial para que os conheçamos bem e nâo serem o carro de todos serviços pagos por nós portugueses
    arrastados trabalhando para pagar mais impostos.


  3. Aprendeu com o cabecilha da corja e, descarada, mente cultivando a hipocrisia.

  4. Rodrigo Costa says:

    … Que o Ministério da Cultura —como qualquer outro, aliás— não é apartidário, já eu sabia, Porque ninguém é ministro ou secretário de estado sem “beijar” a mão, no mínimo, ao “padrinho”.

    Faltava saber, oficialmente —mais tarde ou mais cedo, viria um atrasado que o confirmaria—, que os ministérios são, de facto e na essência, plataformas de apoio e de captação dos partidos, então, no governo —lamentavelmente, e apesar das inscrições no “cirque du soleil” serem sempre possíveis, quem quer dar cambalhotas e fazer equilibrismo tem que ser capaz de o fazer a um nível elevado, porque companhias com tal categoria não dão espectáculos em vãos de escada.

  5. Euro2cent says:

    Então está bem, pode-se promover a camarada Canavilha a Canalha.

Trackbacks


  1. […] foi aqui devidamente notificado que o Ministério da Cultura apagou dois posts relacionados com o facto de este organismo público ter usado meios públicos para distribuir […]


  2. […] A acreditar na sua veracidade (e não tenho razao para dele duvidar). o relato da da “conversa” entre Jorge Barreto Xavier e Alexandra Lucas Coelho apenas confirma as suspeitas. O papel primordial da subsidição estatal de Cultura é o adestramento e a criação de uma rede clientelar de “agentes culturais” com fins propagandisticos. Começou com o PSD, dizem vocês. Pois, pois. […]