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A natureza humana é um conjunto de características descritas pela filosofia, incluindo formas de agir e pensar, que todos os seres humanos têm em comum. Vários são os ramos da ciência que estudam a natureza humana, incluindo sociologia, sociobiologia, psicologia, entre outros. Filósofos e teólogos também fazem pesquisas sobre o assunto.

De acordo com o conceito aceito pela ciência moderna, natureza humana é a parte do comportamento humano que acredita-se que seja normal e/ou invariável através longos períodos de tempo e de contextos culturais dos mais variados. Esse entendimento entretanto é equivocado, dado que a ciência não crê em natureza humana, pois tem um carácter metafísico. Fonte: Noam Chomsky e Michel Foucault, The Chomsky-Foucault Debate: On Human Nature (New Press, 2006).

Para a sua sobrevivência, o corpo humano trabalha. Entendendo por trabalho a transformação da natureza em bens comestíveis que, ou se consumem, ou vendem-se, por outras palavras, trocando a mercadoria por dinheiro usado no investimento da reprodução da natureza, empresas, fábricas ou contratando trabalhadores para a indústria que se possua. Há duas definições de trabalho. Uma, proporcionada por Adam Smith em 1776: um inquérito da natureza e causa das riquezas das nações, em que define que todo ser humano tem o incentivo do trabalho, do comércio da sua produção e o intuito de angariar lucro e mais-valia com a sua produção, enriquecendo. Por outras palavras, o Presbítero Smith indica a orientação à riqueza de todo ser humano, sendo punido quem foge dessa actividade, porque faz gastar dinheiro do tesouro do Estado para a sua alimentação, em cadeias especialmente construídas para preguiçosos.

Uma segunda definição, é-nos proporcionada por Karl Marx em 1875 e 1846: o trabalho é a fabricação das mercadorias que pertencem ao dono dos meios de produção, que usa a força de trabalho de quem mais nada tem que essa habilidade de produzir, habilidade recompensada por um ordenado o salário, usado para a manutenção da sua família ou adquirir bens para melhorar e enriquecer a sua produção, que passa a pertencer ao proprietário da usina que usa para a sua pessoal produção.

Ao longo da minha vida, tenho observado que o horário de trabalho, no século da Revolução Industrial, XVIII na Grã-Bretanha, XIX a XX nos outros países, ou no século actual em países mais atrasados, como o nosso, a Grécia, Irlanda e partes do Estado Espanhol.

A Revolução Industrial foi assim denominada, porque a máquina substituiu o trabalho humano. Mas as máquinas são também manipuladas por seres humanos, que, as vezes, ficam doentes por causa da manipulação da artilharia pesada que implica manipular o aço e os resultados dos trabalhos. Não consigo esquecer um filme de Charles Chaplin intitulado Revolução Industrial, em que mostra como uma pessoa nem precisa usar as suas mãos para se alimentar, usar talheres ou guardanapos: é todo proporcionado por máquinas….

Ao começo da Revolução Industrial, a doença de um operário custava lucro ao proprietário: perdia força de trabalho, bens que o trabalhador não produzia e não podiam vender, por não existir uma parte de mão-de-obra. Este problema para o capital, foi resolvido com a formação de sindicatos que guardavam um fundo para ajudar ao trabalhador e a sua família, que ficava sem quem os poder alimentar. Mas, as epidemias eram as vezes de tal tamanho, que os fundos não davam para colaborar com todos. Foi assim que o Partido Liberal, começou a interessar-se pelos sem meios próprios para se auxiliar e nasceram as guildas primeiros ou associações de trabalhadores artesanais que do que tinham, retiravam uma parte para esse fundo. Em 1863, na exposição industrial internacional convocada a convite da Rainha Vitoria e o Imperador Luís Napoleão Bonaparte em Londres, Karl Marx e colaboradores formaram a Organização Internacional de Trabalhadores, tomando esta como uma ocasião para criar a defesa da saúde do trabalhador.

Foi assim que nasceu a segurança social, o primeiro investimento que se faz ao convidar alguém a trabalhar a una instituição, seja luso ou estrangeiro. O que a Gulbenkian, Instituto de Ciências, Oeiras, fez comigo e os ISCTE, apenas quando comecei com esta agonia que me mata a pouco e pouso, sem ter meios nem para comprar remédios, por inércia dos responsáveis.

A Direcção-Geral da Segurança Social (DGSS) é um serviço central da administração directa do Estado que integra o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social.
Tem por missão a concepção, coordenação e apoio nas áreas dos regimes de segurança social, incluindo a protecção contra os riscos profissionais, e da acção social, bem como o estudo, a negociação técnica e coordenação da aplicação dos instrumentos internacionais relativos à legislação de segurança social e acção social.
Para a prossecução da sua missão, a DGSS tem um conjunto de atribuições que podem ser consultadas no site da Segurança Social. Fonte: Portal do cidadão.

É a mínima justiça que todo o ser humano espera para matar a sua morte…

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