
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A maior diferença que encontro entre a EMEL e Camorra, reside na protecção que a primeira goza na legislação produzida pelo seu dono, em interesse próprio… De resto, ambas praticam a extorsão como actividade.
Helena Matos acordou da letargia que o carniceiro de Oslo lhe provocou. Lá deve ter pensado: atira-se com as Brigadas Vermelhas (mas esquece-se por exemplo o atentado da estação de Bolonha, onde a extrema-direita assassinou 85 pessoas e feriu 200), e finge-se que o assassinato de Aldo Moro não é uma história por esclarecer. Invoca-se a ETA, contabilizando as 829 vítimas, mas fingindo que entre elas não está por exemplo Carrero Blanco, e que aqueles que o executaram foram assassinados, já para não falar dos GAL.
Tudo isto para insinuar que toda a esquerda simpatiza, ou simpatizou, com Ulrike Meinhof e afins, já agora vitima de “suicídio” policial. É a velha estratégia de a melhor defesa é ataque, proveniente de quem está ideologicamente de pedra e cal com Andrew Berwick, praticando a mesma neo-cruzada, num blogue onde este mapa foi publicado.
Via Rui Curado Silva, que responde com uma mapa-mundo muito pertinente.
Estava aqui uma coisa drapetomaniaca, no artigo sobre o manifesto vídeo do Andrew Berwick, comentários odiosos vindos do mesmo IP brasileiro, IP com que o próprio se batia em si mesmo, usando vários pseudónimos, e que agora assim se revela:
Cara moderação, que bom que excluiu alguns de meus comentários. Seria justo inclusive que excluísse todos. Drapetomaniaco nada mais é que uma personagem. Curioso como mesmo em um fórum onde fluem idéias libertárias, um pouco de pimenta faz aflorar o pior do nazismo. Foram postadas aqui comentários entre xenofobia e racismo, nazismo e preconceitos tolos. Fiz o mesmo em outros fóruns e o resultado foi ainda pior.
O menor dos tremores, faz cair o véu de concepções e pseudo-fraternidade da união européia.
Logo veremos o fascismo do nosso tempo.
É daquelas vezes em que um comentador vale mais que o artigo, artigo onde aliás escrevi facto 2 vezes, e faltou pouco para não ter sido fato. Obrigado.
Programa das Festas aqui
Mozart te deum
Homenagem ao meu amigo Francisco Santos
Fiquei sem fala. Era esperado, mas estávamos habituados a ver a Francisco Santos sentado no seu cadeirão, baixo o seu imenso, grande e elegante chapéu-de-sol, todo colorido para alegrar a sua vida, comprado especialmente para ele, a falar ou tentar falar com todas as pessoas que passavam pela rua, quando o tempo era bom. O que dizia, apenas a sua mulher, a quem denomino Mãma Guilhermina, traduzia. As vezes, nem ela entendia. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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