Nos bancos não há stress.
Stressado está quem tem de pagar IRS, mais a dita sobretaxa. Incluindo os que não ganham subsídio de Natal mas que irão pagar como se ganhassem.
Para o resto da maralha é que Portugal vive o “tempo dos sacrifícios“.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Nos bancos não há stress.
Stressado está quem tem de pagar IRS, mais a dita sobretaxa. Incluindo os que não ganham subsídio de Natal mas que irão pagar como se ganhassem.
Para o resto da maralha é que Portugal vive o “tempo dos sacrifícios“.
Não conheço acessório humano mais ridículo e inútil que a gravata. Hoje em dia abundam os velhos piercings e multiplicam-se as tatuagens (a proibição medieval, pela igreja do costume, foi esquecida), mas nada se compara a um adereço masculino tão enfemeninado.
É curioso que se formos à wikipédia encontramos uma tentativa muito britânica de aldrabar a História, contando a velha lenda de que a gravata tem origem nos soldados croatas e seu lencinho à volta do pescoço, esquecendo-se que nem gravata sabem dizer. Explicação etimologicamente possível, quanto às origens do seu uso a versão francesa é bem mais pragmática e sabe bem do que fala; disto por exemplo:
Pelo menos a partir do séc XVII fez parte das mariquices com que se embelezavam os homens da aristocracia, numa época em que a bem dizer apenas as saias os distinguiam, na indumentária, das também mui adornadas mulheres.
Deixando de lado o meu mau humor quando se passa pelo barroco, a gravata foi evoluindo e transformou-se no séc. XX numa peça obrigatória a que estavam condenados os funcionários públicos, de colarinho bem apertado, não fosse ver-se a maçã de adão, com tudo o que de pecado original daí se pudesse sugerir. É escusado fazer trocadilhos com uma das palavras com que os gauleses designam o que separa a cabeça do tronco.
Pensava eu, ingenuamente, que tinha passado o tempo em que me podia gabar de nunca tertido tão abjecto trapo rodeando o meu pescoço, substituída pela camisola de gola alta em momentos mais complicados como a defesa de uma dissertação académica e defendendo-me sempre com os padres, que não se engravatam de modo algum mais que não seja porque sabem umas coisas de história, quando descubro agora por via de uma libertação, numa assumpção bem cristã e ponderada por motivos energéticos, que o pessoal nos ministérios ainda anda obrigado ao seu porte. [Read more…]
Segundo o JN, 35 policias meteram baixa médica em protesto contra a pena de prisão aplicada aos colegas que agrediram barbaramente um estudante alemão em Lisboa.
Tenho para mim que os bons policias devem estar a aplaudir esta pena. Os bons policias preocupam-se com o prestigio da sua profissão e com a confiança dos cidadãos, não tendo objecções à punição dos abusos que tanto têm afectado a imagem das polícias portuguesas. O facto de existirem polícias a protestar contra aquela pena é extremamente preocupante. Desprestigia as forças policiais e adensa o véu de desconfiança que sobre elas se abate.
No entanto, há uma outra questão que me preocupa: as baixas são fraudulentas, e somos nós que as pagamos. A facilidade com que 35 policias da mesma esquadra as obtiveram é aterradora. Faz o país parecer uma verdadeira república das bananas.
Assim, questiono: Vai mais esta passar impune? Não acontece nada aos médicos que passaram estes atestados? Não acontece nada aos policias que dolosamente lesam o Estado desta maneira? Assim, não vamos lá.
Abençoado país este este!
Primeiro acabam com o caminho de ferro, com a desculpa de que é custosa a sua manutenção. Arrancam as linhas e extinguem a mobilidade transversal, ou seja um meio de transporte que servia a maioria dos cidadãos, dos 8 aos 80.
Depois aterram o canal da linha e asfaltam-no. Pagam 5 milhões de euros e dão-lhe o nome de ecopista. Tudo limpo e arrumadinho. Escondido o que outrora foi o progresso, aguarda-se a enchente de ciclistas.
Falta é algo importante. No interior desertificado e envelhecido, nem todos têm ou bicicleta ou saúde para percorrer quilómetro segundo o life style destes amorosos e idiotas técnicos que vêm o mundo a partir do gabinete das comissões de coordenação.
Ofereçam-se, pois, uns velocípedes a esta gente! Encham-se as aldeias do Dão com veículos de duas rodas!
O que pensam presidentes das câmaras acerca disto? ah! para esses tantos lhes faz que exista caminho de ferro ou asfalto, que os munícipes andem de bicicleta ou carroça, desde que haja, no final disso tudo, um larguinho jeitoso para instalar o palanque e a fitinha vermelha para cortar.
E assim pedalamos nós (os do Dão e todos os outros, menos os técnicos e os políticos) alegremente para o fim.
Bem-vindos a Simbateni (Arad) – Roménia – num cruzamento de estrada entre Cacia e Aveiro.
Por favor, devolver o cartão!…
Parece estar em sérios apuros. O Sr. Murdoch e filho James, estão a ser pressionados para comparecerem no Parlamento britânico, com o fim de se esclarecerem factos acerca do escandaloso processo das escutas. Durante anos, além da ilegalidade das escutas que devassaram a privacidade de um sem número de pessoas, existem fortes indícios da prática de coacção moral exemplificada pela clara chantagem e campanhas de ódio que a imprensa de sarjeta exaustivamente promoveu. Também não é de excluir um ataque aos assuntos do Estado, procurando destruir reputações e o minar das instituições. Recorde-se a fanática campanha em torno de Diana Spencer, um “cavalo de batalha” ideal – a personagem que normalmente se designa como uma “idiota útil” – que quase arruinou a estrutura do poder na Grã-Bretanha e aquilo que conhecemos por Commonwealth. Murdoch é claramente um dos responsáveis, pois tentou precisamente o mesmo na Austrália, de forma exaustiva promovendo o referendo onde felizmente foi um dos principais derrotados pela população.
Parece que a luminosa ideia de cobrar uma taxa especial sobre o subsídio de Natal sobre aqueles que não recebem subsídio de Natal, poderá não resultar tão bem quanto deseja o Governo.
É que aqueles que estão a recibo verde e não ganham subsídio de Natal poderão não pagar a taxa sobre o subsídio de Natal, através de planeamento fiscal.
São casos como este, em que alguém consegue eximir-se de pagar um imposto sobre aquilo que não ganha que desgraçam o nosso país.
O melhor é ir vendendo os anéis – que agora chama-se “atrair investimento estrangeiro“.
Mas o pessoal da Luz que se cuide, pois não tarda muito, o ouro dos benfiquistas vai ser o próximo alvo. Tudo menos mexer no capital!

Todos os povos idealizam as formas segundo as quais os bens serão produzidos, distribuídos e consumidos. Se esta actividade está ou não dividida em estruturas e instâncias, e qual delas assume precedência por sobre as restantes, é um problema do investigador, cuja técnica de conhecimento contém os limites do seu saber. Pode-se dizer que, para as pessoas que trabalham, o conhecimento daquilo que fazem, como, quando, quanto e com quem passa por avaliações e decisões que dependem também do seu próprio entendimento do mundo. Assim sendo, penso que existe apenas uma forma de abordar este processo, definindo os conceitos que usamos para escutá-lo: se é certo que todos os povos produzem, não é menos certo que todos sabem como o fazer. É neste conjunto que temos de introduzir a dimensão temporal para entender como se combinam as ideias e as actividades. Ao longo do tempo, o conceito de economia tem variado desde o conjunto doméstico que trabalha, dividindo as actividades segundo as formas de classificar pessoas dos gregos clássicos, até à teoria independente que se pronuncia sobre as qualidades das coisas, teorizando e estudando a sua acumulação, cujo controlo passa a classificar as pessoas. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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