Claro que é para roubar!


Bem podem desfazer-se em explicações que não convencem nem o mais seráfico “menino Jesus”. A abolição dos feriados trata-se simplesmente de um descarado saque, obrigando os assalariados ao trabalho gratuito em quatro datas tradicionalmente votadas ao lazer que como se sabe, nunca foi nem é sinónimo de preguiça.
Esta manhã, o alegadamente irmãozinho de causas turvas Magalhães, teve a ousadia de sugerir a demissão de Ribeiro e Castro, o único deputado que mostrou não ser mais um invertebrado naquela mole de holotúrias parlamentares.
O dia esteve em grande, pois ao insulto da abolição do 1º de Dezembro, acrescentou-se o descarado assalto com a chancela B(uíça)PN. Corja!
* Imagem: no Brasil e ao contrário daquilo que se passa em Portugal, as Forças Armadas cultivam a memória da nossa História comum.

Comments


  1. Esta gente – uns garotos. é o que é – acreditam que será a abolir feriados e dias de férias que o PIB vai aumentar. Pobres tótós. Quando crescerem vão envergonhar-se das tristes figuras que fazem agora que são catraios.


  2. rouber…jámé…agente nã gosta de ladrões del rey…el rey afinfou com 25 anos por ter assassinado os seus servos

    o professor buiça nem dinheiro pra tapetes tinha quanto mais pra bancos

  3. jornalista da مدرسة nº 53 nã me afinfem nos tintins says:

    Queremos o 31 de Julho de volta…
    e o 26 de Maio…

  4. jornalista da مدرسة nº 53 nã me afinfem nos tintins says:

    e as colónias também…precisamos do quinto do brasil já…
    por falar nisso Feriado Nacional para o Cabral…
    há mais do que um Cabral?
    bom um pró Pedro Álvares e prós restantes idem…

  5. maria celeste ramos says:

    Não é o Acordo Ortográfico que está em complicações semânticas – hoje ouvi confª de profª universitárias de Letras que até se deu ao luxo de entrar atrazada 1 hora (60 minutos) – confª sobre Os Pretos em Portugal – conheci um patrão negreiro pois que trabalhei no min ultramar – shutaram-me para o ultramar (a 1ª mulher deste país que nada tinha a ver com –) e fui e adorei as colónias portugusas onde até fui várias vezes e fiz amigos (angola e moçambique e cabo verde) – aguentei com 1000 retornados no serviço que me ultrapassaram e só faziam o “meu trabalho pois nada sabiam senão até roubar os meus projectos” – sendo que quando vieram eram todos doutores – vieram quase um milhão (nem eu sabia que havia tanta universidade em angola na altura para os formar a TODOS sendo que eu sá sabia da de Luanda e Nova Lisboa e estava bem no início) e perderam ou não tiveram tempo de trazer o diploma de curso – e hoje ouvi uma NEGREIRA que até erros históricos cometeu – nem sei que idade terá talvez 40 ou 50 – mas que negreira – nem aguentei e saí sans faire de bruit – o dono da livraria que me conhece há anos acabou por vir atrás de mim perguntar porque saí assim – e repondi que com negreiros já tinha vivido e pensava que não se atreviam a dar conferências – pedi que se queria saber algo do ultramar há muita gente pelo que bastaria convidar membros do Palácio da Independância ou Adriano Moreira – respondeu que estava programado o seu convite já que qurem fazer um ciclo sobre os africanos que habitam Portugal (dese 1144 claro) e como a toponimia do país mas mmais de lisboa guarda também “história de Portugal e o seu “ultramar” – boa idéia – deve-se isso a todos os que escolheram portrugal e lisboa para viver aqui – são portugueses como eu – coisa que a senhora glozou – e ensina não sei quem –


  6. Eu, que pouco tenho a que possa chamar de “meu”, vejo-me roubado de dias de descanso! Que mais se vão lembrar de roubar?!


  7. Os subsidios, meu caro. A saúde e a educação, pois então.

  8. MAGRIÇO says:

    Caro Nuno Castelo Branco, não fora a (mais uma!) referência espúrica a Buiça ( não por especial simpatia pela personagem mas pela referência ideológica que lhe está subjacente) e eu subscreveria incondicionalmente a sua opinião expressa acima.

  9. palavrossavrvs says:

    Maldito jacobinismo.

  10. MAGRIÇO says:

    Ao reler agora o que escrevi acima verifiquei que, vá lá saber-se porquê, um provocador “c” intrometeu-se na palavra “espúria”. Do erro crasso peço desculpa aos eventuais leitores.

  11. Nuno Castelo-Branco says:

    Magriço, o que me espanta é não subscrever por causa do Buíça, como se o traste fosse algo de memorável…

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