Convite

ADÃO  CRUZ – VAI O RIO NO ESTUARIO

EVA  CRUZ – CORCONTE

Caros amigos

Estes são os dois livros que vamos apresentar na nossa casa das Figueiras, em Pinheiro Manso, Vale de Cambra, no próximo dia  07 de Julho de 2012,  Sábado,  pelas 16 horas.

Ao fim de uma vida, cada um tem o seu património. Um património de relações de vida, tecido com as mais diversas texturas. E é esse rico património que queremos saudar, com amizade.

Por isso, a todos os amigos que nos queiram acompanhar, lembramos que a sua presença é, para nós, um enorme prazer.

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Telem.:  914736641  e  919673380       e-mail:  adaocruz@oniduo.pt   e   orlandoeva@sapo.pt

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Adão Cruz-Já estive em Vale de Cambra – Trebilhadouro e Arões – e tenho lindas imagens de 2009 – como júri INH e Arões teve prémio INH e recordo como é exemplar a reabilitaão da Igreja + dos espaços públicos – a lindas e frondosas árvores – o novo pavimento ++ etc – e na altura Trebilahdouro quese não tinha habitantes e as casas de pedra de habitação e dos animais estava previsto a serem abertas ao turismo TER – não sei como a idéia foi, ou não, implantada – a nascente da água pura e que cantava, à entrada de Trebilhadora é a arte do granito + etc – adorei e recordo os lugares o que não me econtece sempre pois visitei milahares todos iguais sem “identidade” – mas não no cado destas duas aldeias

  2. Adão cruz says:

    Amiga Maria Celeste, imagine agora o que eram essas terras, sem qualquer estrada ou via de comunicação, à quase meio século. Por aí calcorreei montes e vales, de dia e de noite, com sol e com chuva, tratando toda a espécie de doenças e fazendo partos à luz da candeia e do petróleo. Por aí andei como clínico geral durante seis anos, três anos antes de ir para a guerra da Guiné e três anos depois de vir. Antes de tirar a especialidade. Eram terras inóspitas do fim do mundo. A realidade de hoje não tem comparação. Um abraço

  3. Adão cruz says:

    Peço desculpa do “à” quase meio século. Não sei voltar lá para corrigir

  4. maria celeste ramos says:

    Eu conheço o país mais ou menos a pé e gostando deste espaço de bichos e gentes já perco a geografia e conheci também como se vivia (não vivia) por esses lugares e mesmo nas cidades por onde andei – Caldas da Rainha + Santarém + Lisboa e, mesmo hoje, há aldeias sem saneameto básico nem água nem nada, a não ser o heroísmo de quem não quer sair do lugar onde nasceu e continuar a viver com a sua riqueza que são em geral os seus animais e se há gente que me comove são os que guardam os territórios e paisagens e tradições mesmo parecendo proto-história – sem fazer elogio da pobreza claro – me eu própria vivo com pouco, porque me vaichegando, porque até nem tendo família quero o quê para quê e quem, se vivi apenas para tentar dar a felicidade que pensava ser certa aos outros ??
    mas eu também vivi à luz da candeia e do petróleo – nm do petromaz – e foi assim que fiz o 6º+7º anos do liceu em casa de minha avó e mais, quam meacordava era o nascer do sol que estrava pelas telha.vâ e não morri por isso pelo conntrário e bebia +agua da minna e leite vindo directo da têta da vaca que morava ao lado do Ti Francisco e era bom e não pasteurizado, se calhar repetidamente, como hoje, e que não presta para nada e a roupa lavava-se no tanque que servia de rega da Horta do Ti Francisco e minha mamã metia-me, pequenina, dentro do C~esto da roupa (cesto de vime como das vindimas) para eu não fazer asneiras e cair no tamque à cota do terreno e um dia caí mesmo e parece hoje que sinto ainda deslizar água fora e a vê-la atirar-se para eu não me transformar em peixe

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