Não é asno, é apenas de extrema-direita

O sonho de despedir como os antepassados se livravam de um servo. Nem é fé, é mesmo querer.

Comments

  1. Amadeu says:

    Um grandessíssimo extremo asno.


  2. Chamar-lhe asno acho que é pouco.

  3. maria celeste ramos says:

    quando era menina de igreja rezava – depois deixei-me de fantasias – mas era capz de dizer – perdoai a quem não sabe o que faz

  4. anog says:

    A partir de agora vai-se trabalhar por turnos: ora estou desempregado e este asno no emprego, ora está desempregado e eu no emprego…
    Estes iluminados de simcity confundem emprego com rotatividade do lugar… é triste.

    • nightwishpt says:

      Confundem emprego precário com crescimento económico, o que é pior.
      Ao Arnaut fugiu-lhe ontem a boca para a verdade, ao dizer que os empresários são os donos dos trabalhadores.

  5. J.V. says:

    Ao ler “Três Mulheres”, de Musil, deparei-me com uma descrição a propósito
    “O dono da loja onde Tonka trabalhava era um homenzinho pequeno e feio, mas, no meio do seu sofrimento, até lhes parecia um ser superior.
    Durante semanas tinham pensado: ele deve saber, mas é um tipo decente, que não atropela quem está na infelicidade; de outras vezes: ele ainda não notou, graças a Deus, ele ainda não deu por nada!
    Mas, um dia, Tonka foi chamada ao gabinete e perguntaram-lhe, sem mais nem menos, como se sentia. Ela não respondeu, mas as lágrimas brotaram-lhe dos olhos. E o sensato homem não se comoveu com o facto de ela nem poder falar: pagou-lhe o ordenado de um mês e despediu-a de imediato. Estava tão zangado que praguejava, dizendo que seria difícil arranjar uma substituta, que Tonka o enganara, escondendo o seu estado quando arranjara emprego; nem sequer disse à empregada presente para sair, enquanto falava com Tonka.”
    Parva da Tonka, quem é que engravida quando tem um trabalho a manter?!

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