A Happy Woman foi a revista de moda com a maior queda de vendas em Portugal, embora continue a ser a mais vendida.
São mais de 18 mil mulheres as que deixaram de comprar revistas de moda em Portugal. A ‘Vogue’ foi a única a subir.
Outras viram-se obrigadas a fechar.
Pelo contrário, na China, as revistas de moda são fenómeno. Este país é um “autêntico paraíso para o mercado do luxo e as revistas de moda”.
As portuguesas estão a poupar no supérfulo, claro, enquanto “que a maioria das chinesas está a sair da pobreza para a classe média e alta (…)”.
Tudo ao contrário… uns a sair outros a entrar na pobreza.
«Aprenda a ler o destino na palma das mãos»; «Os novos medos que nos estão a dominar»; «As despedidas de solteiro que eles escondem»; O meu signo»; «Venha a um leilão de escravos»; «Envolvi-me com o meu psicólogo»; «Demos a exprimentar os melhores sex toys», as promessas da Happy Woman para este mês por apenas 2,50€!






Bem, com essa selecçäo de interessantérrimos artigos, é uma ainda mais grandérrima admiraçäo que as portuguesas deixem de comprar essa revista!
Suponho que com o aumento do pão, a revista e o papo-seco, ficarão ao mesmo preço. boa semana
Não considero a Happy uma revista de moda. Mas isto sou eu que já há uns, sei lá, quatro anos, não leio nenhuma. Lançaram bem a revista (distribuição gratuita na rede nacional de expressos e na Galp). A esta distância, sinceramente, para além de achar que as histórias publicadas eram claramente, inventadas o que é péssimo, a sério, achei que era tudo tão over e sem graça que não percebo. Estava longe de imaginar que fosse a mais vendida. Moda?