O programa de História do 8.º ano passa praticamente ao lado da viagem de Cristóvão Colombo à América, disponível na net e já publicado nesta rubrica.
Mas dá alguma atenção, embora pouca, às civilizações pré-colombianas: Maias, Aztecas e Incas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O programa de História do 8.º ano passa praticamente ao lado da viagem de Cristóvão Colombo à América, disponível na net e já publicado nesta rubrica.
Mas dá alguma atenção, embora pouca, às civilizações pré-colombianas: Maias, Aztecas e Incas.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Mas que imagem fantástica – ontem na TV estive a ver um programa nem sei em que canal sobre a civilização de entre-os-rios Tigre e Eufrates e a devastação passando pelos Sumérios e as suas invenções da escrita – as esculturas murais e ao que chegou – o saque das antiguidades pré sumérias enterradas e a procura para traficar para obter dinheiro para alimentar a guerra – é reportagem de jornalista muito bem feita – e os lugares – USA e Inglaterra que traficam os objectos mais invulgares alguns que fazem parte de colecção de milionário americano que publicou livro e é ponto de partida para a “perseguição” dos tesouros que deviam estar em museu do país a que pertencem e não estão – outras são leiloadas na Christiie – creio que as roubadas por ingleses foram devolvidas mas as roubadas por França não – ficou-se a saber os nomes dos ocidentais que são milionários à custa deste tráfico – reza o código das leiloeiras que saibam a proveniência das peças mas alguns não vão tão longe – h+a uns anos, poucos, vi reportagem SIC sobre um dos centros de maior tráfico de tesouros roubados passando pela pintura e por onde passou a Mona Liza que tem uma história de viagem pela américa do sul até ao Ingraterra (vi o quadro na Tate Galery e agora não sei por onde anda) que uma venezuelana tinha comprado e a devolveu mas levou anos e anos – e do Louvre um dos guardas do museu traficou mas foi anos depois descoberto – se calhar tais riquezas milenares nem deviam estar nos países a que pertencem mas num museu UNESCO em segurança pois que são “moeda” de grande valor que alimentam guerras – gostava de ver este programa outra vez – as peças sumérias são de uma beleza indizível – tudo serve para fazer dinheiro e alimentar guerra – as voltas ao mundo que tudo dá e durante a guerra dos USA no Iraque houve guerra paralena do roubo desta riqueza