Crapulices

Houve uma criatura que mentiu acerca do que Rui Ramos escreveu na “História de Portugal”. E, com base naquilo que Rui Ramos não escreveu, chamou-lhe “fascista” e outros insultos.

Margarida Bentes Penedo não identifica a criatura, não localiza onde lhe chamou fascista, nem especifica os restantes insultos.

Mente. São assim os defensores de Rui Ramos.

Tal como neste documentário da Nato sobre o Portugal  de 1956 onde aos 13m18s Salazar até vota. A ilustração perfeita do Portugal inventado por Rui Ramos e que tantos seguidores tem. Depois de mentirem cem vezes já Salazar salvou a pátria e Manuel Loff lhe chamou fascista. Ao Rui Ramos, é claro.

Via Quadro Preto Riscado a Giz

Comments

  1. Amadeu says:

    Para um leigo em História como eu, esta polémica toda se chamou ou não chamou de fascista é absolutamente surrealista.
    Mas não está tudo escrito ? Não se passou tudo há cerca de um mês, mais coisa menos coisa ?
    Se para um facto tão recente e tão aparentemente insignificante já não se consegue fazer a História da estória, o que será de assuntos mais bem importantes.
    Dá vontade de dizer: badamerda pró fascista.

    Por outro lado, esta evidente tentativa de branquear o biltre de Santa Comba é asquerosa. Merece bem que se defenda quem é denegrido por ter criticado o Omo RR


  2. Não, a Senhora faz pior, muito pio,r e revela uma atitude,de quem é verdadeiramente crapula.É que ela, faz tiro ao alvo,mas em Fernando Rosas.É isso que lhe interressa….espertinha.

  3. maria celeste ramos says:

    Amadeu devia ter sido contemporâneo do biltre – engraçado – quantos anos tem e viu ontem Adriano Moreia na RTP1 ?? – podia ver – não lhe fazia mal nemhum pelo contrário – é HISTÓRIA – os homens fazem história mas e hsitória da história – veja a Fátima Ferreira logo à noite – faz-lhe bem e se fica mal disposto compre comprimido para o enjôo ou refresque ideias nadando no Mondego


    • Ó Celeste… no Mondego já não se nada, rema-se.

      • Nuno Castelo-Branco says:

        E com a regularização de caudais, há muito deixou de ser o bazófias*! Agora é mesmo um rio.

        * “Bazófias”, ou por outras palavras, “o maior” rio de Portugal.

    • Amadeu says:

      Já tenho idade para ter sido preso pela polícia do sucessor do biltre.
      Vi o Adriano Moreira e sinceramente gostei. Parafraseanda o JJC “ter sido ministro de Salazar e acabar democrata é raro, mas possível”.
      O meu pai, que faleceu há pouco tempo, foi outro pequenino exemplo de que isso era possível. Nos anos 60 era salazarista ferrenho. Agora votava e defendia ideais do PS. Cheguei a ir ao cemitério de Santa Comba com ele visitar a campa do biltre. Confesso que meu amor pelo meu pai foi superior ao enjôo e nem às escondidas cuspi para a campa do biltre, como antecipadamente tinha intenção de fazer.


  4. Eu bem que estava a estranhar o elevado número de visitas ao meu blog, percebi que o video que acompanha este post foi colocado através do meu blog riscadoagiz.blogspot.com espero que o tom irónico do texto que acompanha o video no meu blog seja compreendido por todos.

    Não quero tomar partido nesta discussão sobre a visão do sr Rui Ramos na recente História de Portugal que coordenou, uma vez que como aluna de uma licenciatura de história não me atreveria a fazê-lo sem a ler, principalmente no que se refere às falhas nos factos e referência às fontes que lhe apontam.
    Acho, apenas, que um historiador não se ausenta ou isenta totalmente de si aquando do seu trabalho, pelo que o produto é também influenciado pela sua visão. O produto do seu trabalho não deve ser tido como acabado e o facto de estar exposto a criticas e outras visões contribuem para que a história seja mais completa (ou mais ou menos isso, que eu ainda sou só aluna e ainda estou de férias).

    Obrigada por passar pelo Quadro, gostei de ver isto aqui porque quase nunca sei quem são os meus visitantes ou como é que o blog se vai espalhando pela web.

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