João César das Neves, um católico

em democracia Portugal nunca conseguirá controlar a despesa pública.

A inquisição vem já a seguir

Comments

  1. João Paz says:

    Este “senhor” (JCN) em troca de mensagens chegou a NEGAR A INQUISIÇÃO. E agora que o bispo alemão de Roma (Ratzinger) deu ordens (já executadas entre nós por Policarpo quando voltou de Roma) de “amansar” os ânimos a quem ouse protestar contra a destruição do país ele , naturalmente, vem defender a ditadura fascista. De que nunca esteve afastado, diga-se de passagem.


  2. Sim, a ditadura já entrou pela porta que lhe abriram, e eu até vivo a I DITADURA – esta tem apenas outra roupagem – modernizou-se ??
    RTP1-ainda consegui ver um bom bocado do Próes & Contras sobre “O amor de Perdição” de Camilo Castelo Branco e os seus 150 anos – aintervenção od smeninos na Plateia e as respostas do Painel formado por Graça Moura + Nuno Crato + Daniel Sampaio e outro que não sei quem é além de uma senhora, que não sei quem é
    O amor à leitura – a abertura à literatura – a disponibiliade (e capacidade) do professor e a responsabilidade de provocar o amor à leitura e à escrita (sem ser só por SMS) – ora bem – bom tema de debate e muito para dizer e mais ainda por fazer e gostar de gostar de ler – mas em brasilês não por favor – isso é uma saraivada de balas na construção do nosso pensamento e pensar atráves do escrever e saber ler e saber interpretar e construir uma frase e um pensamento – em PORTUGÊS de Portugal, de Camilo e Camões- de Alexandre Herculado e de Gil Vicente e de Camões, do latim e grego necessários para desmontar a essência da palavra, e dos que nos dão o seu pensamento para formar o nosso porque em algum pensamento assentará o nosso mesmo que mais tarde dele nos libertemos e agarremos o nosso – ora BOA

  3. Maquiavel says:

    É preciso ditadura, mas também é preciso colónias.
    Porque o “equilíbrio orçamental” em Portugal (mas só a Metrópole) foi feito transferindo os défices para os orçamentos das colónias. O Tóino das Botas era realmente um “mago das Finanças” (pois, a magia é só truques de vista, realmente).
    E isto sabe-se há muito, foi recentemente explorado por historiadores, apareceu até mesmo no DN.
    Pois, parece que para além de colónias é mesmo preciso ditadura (e sem escrúpulos), porque a I República teve as mesmas colónias mas nunca apresentou orçamentos “equilibrados”, antes apresentava orçamentos consolidados do Império, e näo apenas da Metrópole.

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