Salvo por uma paixão

Morreu o «fotógrafo de Auschwitz», Wilhelm Brasse (1917-2012), o antigo prisioneiro que foi obrigado a fotografar os milhares de novos prisioneiros que chegavam àquele campo de concentração.

O polaco cedo se apaixonou pelos segredos da fotografia, “sem nunca imaginar que este seria o seu passaporte de sobrevivência no campo de extermínio nazi”: um certo dia, corria o ano de 1941, o comandante do campo incumbiu-o de fotografar os prisioneiros, já que ele era o único fotógrafo profissional da unidade. Os alemães precisaram dele e isso permitiu-lhe sobreviver!

O Museu Auschwitz-Birkenau conta com mais de 39 mil fotografias de Brasse…

Comments


  1. E como se hamava uma senhora que era a fotógrafa da corte de Hitler que teria sido a 1ª fotógrafa mulher ? Sei que havia – lembrar é mais complicado

    • António M. C. Carvalho says:

      Fotógrafa não sei, mas havia uma cineasta oficial do III Reich, Leni Riefenstahl, que morreu aos 101 anos de idade, há uns 10 anos.


  2. ERRATA- chamava uma senhora

  3. Sónia says:

    Auschwitz é um local que se entranha na memória de quem o visita. Não mais somos os mesmo depois de visitarmos “O” Campo de Concentração. Memória futura, memória do que jamais deverá ser repetido; a imaginação é fértil, dizemos com frequência das coisas boas, mas ali, a imaginação foi fértil para o que mais desumano que pode existir na Raça Humana. As memórias humanas morrem, mas Auschwitz vive para nos lembrar do que jamais deveremos esquecer.


  4. Um grande fotógrafo!
    Fica a sua obra… para que nunca esqueçamos aquilo que o ser humano é capaz de fazer.

    Eu já passei pelo campo (Auschwitz-Birkenau, Polónia) e aquilo é de arrepiar.

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