Assassinos a soldo matam cidadãos cancerosos na Grécia

De acordo com esta notícia, há uma rede clandestina de médicos na Grécia que trata de cidadãos – a palavra “doentes” é redutora – que, sofrendo de cancro, não têm direito a tratamento, porque não têm seguro de saúde.

Esta situação configura aquilo a que se pode chamar americanização do sistema de saúde grego e é uma parte do processo de privatização do mundo ocidental, em nome de ideologia nenhuma. É tudo comércio e é garantido que a Roma de hoje pagará a traidores.

Em Portugal, temos, também, um governo de cínicos que anda a vender a ideia de que os problemas económicos do país se devem às despesas do Estado Social, fazendo de conta que não sabem que a governação tem sido um constante desvio de dinheiros públicos, gastos em favores privados.

Mesmo que este fosse um problema exclusivamente grego, nunca deveria ser um problema exclusivamente grego, porque temos de ser maiores dos que as bestas iluminadas que se limitam a dizer que “não somos a Grécia”. A verdade é que somos muito parecidos com os gregos, uma vez que temos no governo gente como Samaras e, tal como os gregos, já começámos a perder direito à Saúde, entre outros alegados privilégios garantidos por uma Constituição cada vez mais ameaçada.

Ao negar tratamento a cidadãos que têm cancro, o governo grego está a garantir que morrem. Não há eufemismos possíveis: é homicídio. Os governantes gregos são assassinos a soldo, porque estão a ser pagos para matar.

Somos a Grécia, não tarda nada.

Comments

  1. eu thanatos says:

    mandem-nos pra cá cagente mata-os de graça…


  2. Parece que estamos em sintonia : http://marecinza.blogspot.pt/2012/11/bem-vindos-ao-inferno-ii.html
    Bem vindos ao inferno.


  3. Não tenhamos dúvidas de que, mais coisa menos coisa, caminhamos a passos largos para algo completamente novo e muito muito mau. “Cheira-me” que isto seja só o início….

  4. maria celeste d'oliveira ramos says:

    Nem sei como começar mas aqui vai
    Somos gregos ??
    Pois se alguém alguma vez leu os maravilhosos livros de gente erudita incluindo Carlos Brandão para não falar noutros – eu até diria que Portugal era uma QUERCINEA = só quercus sp =só carvalhos – os de folha caduca a norte do Tejo e os de folha marcescente como os do sul (sobreiro e azinheira) e pouco mais havia de vegetação arbórea excepto o Vidoeiro que o glaciar que chegou até ào Vale do Mondego da serra da Estrela, trouxe e lá existe- De resto o que existe são arvores importadas sobretudo por D. Fernando de SaxCoburg + brasileiros + emigrantes + etc
    Mas a vinha foi trazida pelos Romanos e a Oliveira pelos Gregos (a árvore dos santos óleos) e ainda a roseira – os romanos fizeram as estradas (de que restam bocados entre eles no Gerês) e o conceito de ordenamento (sebes de compartimentação) e se os roamnos trouxeram o que os profs do aventar sabem melhor do que eu que já muita coisa esqueci, os gregos trouxeram a “escala” e, ambos, mitologia que se misturou com a existente no reino galaico-duriense + etc
    Quando disse somos gregos iso está no sangue dos portugueses aqui nascidos porque somos “o ambiente 90%” de acordo com darwin – aliás na Grécia senti-me “em casa” aliás como na Turquia (na capadoccia) embora por outras razzões mas também pelo que os romanos lá deixaram ++ etc – ser “grego” agora parece ofensivo e será porque “de um bom ninho sai um ruim passarinho” e 7 mil anos depois ganhãmos, como todos os locais libertados, a personalidade e identidade + os árabes (que somos também) e a quem se deve tanto – somos um cadinho onde todas as civilizações aportaram e deixaram coisas e até existe ainda um “porto Fenício” em Sines que pedi fosse deixado como estava quando aí trabalhei – Isto para dizer o quê ?’ ser grego hoje, não somos porque cada país foi à vida e andou para onde andou – e viajar como eu viajei faz sentir ora bolas “eu nasci aqui” ou, opostamente, eu nunca viveria aqui (como senti em inglaterra embora só tivesse visto coisas belas, limpas e “arrumadas” (criara o conceito de ordenamento urbano – mas o ordenamento da paisagem já a tínhamos de Roma Clássica etc – e quando visitei marrocos de norte a sul e a este no Sahara, tinham-me dito cuidado — mas os marroquinos que encontrei e sobretudo em Ceuta foi fantástico e até encontrei placa toponímica artNouveau tendo escrito Ria Luis de Camões – e omesmo direi do que me fizeram am Cabo Verde e Angola e Moçambique e nunca me senti mal em local nenhum por onde os portugueses deixaram “alma” como se tivesse encontrado primos desconhecidos e encontrados – ++ forte ainda em Cabo Vede pois que lá estive 6 meses + etc – assim os que “não somos greh«gos” se calhar não são mas serão “bastardos-muito abastardados” ++ etc – andei como se tivera sido nos séculos dos malucos que andaram pelos mundos e só me falta ir a GOA – logo se vê – Até em Fez me senti bem mesmo com as laranjas (que os árabes nos trouxeram) sendo Fez a cidade mais porca do mundo com laranjas no chão ao lado da bosta do burrinho – mas comi e não morri – e desde Marrocos à Turquia adorei TUDO o que deram de comer – Viajar não é apenas cpomo diz pessoa “sentir” sentir com todas as emoções – para mim foi também como que revisitar ambientes que reconheço no meu genoma mais do que na minha memória histórica – mas na suissa não me senti bem como nestes “arabes paises” e em inglaterra gramei as belas paisagens porque a visitei com querido amigo que Deus já levou e lá fui para ir a congresso porque nem nunca quiz ir a inglaterra como não quero ir à áfrica do sul ou austrália – porquê ??? – não sei não irei nunca – não falando nos 50% de itália que visitei de carro e estava em casa que até um pombinho me faz uma parrtida quando estava na Plazza della signoria de Florença ++++++++++++ etc – ai somos gregos sim e mais do que isso – e filhos da pputa foi aqui que percebi que havia – mas não andei de camelo nem de burro – levei o meu querido mini que se portou como um senhor e africa portuguesa visitei de LandRover e andei pela estrada aberta pelos açorianos com a força dos homens e dos bois (estrada de terra) e adorei a ilha de Moçambique e nunca ninguém me roubou nada (como me avisaram) nem fez mal (como me avisaram) e convidaram-me para trabalhar em moçambique (mas sou bicho de lisboa) e estive 6 meses em cabo verde onde voltei 18 anos depois e me reconheceram (mas não eu claro) ++ etc
    sim sou grega e mais coisas ainda e o interessante é que alguém de genética estudou os genes de vários povos europeus e só os portugueses têm dos genes ais antigos do ser humano e não me custa nada nem surpresa ouvir isso e já não recordo quem disse e se calhar tenho-o vivo ainda e por isso odeio ingleses, castallanos e israelitas e se calhar sou o tal bicho que reconhece que “aquele não é dos meus” e nem me custa pensar nisso pois não gostei de alemanha que percorri TODA e não vi coisas feias mas não gostei e nem explicação tenho – sim sou grega e muitas outras coisas – e se a europa se tornou um monte de merda não me admira porque a melhor maçã ao lado de uma pôdre coitadinha deixa de ser maçã – EURONEWS 06:10H- HSBC anda aflito com tribunais e o Lhemons também – espero todos arrazados antes que Deus se lembra de fugir deste mundo mais xatiado – aquele sr Mitt Romney irrita-me só de o olhar – mesmo derrotados e desalojados com o furacão Sandy os tipos da Florida votam até em camiões – estou a v~e-los a tremer de frio mas votam – vamos ver o que virá de “oeste” – Obama parece andar já à frente – mas até lavar dos cestos é vindima

  5. António Luís Martins says:

    Nunca vou ser capaz de dizer que odeio seja quem for a não ser , cretinos,cabotinos,vigaristas,imbecis,etc. de todas as nacionalidades,cores e partidos que nos atormentam a vida e consomem a nossa paciência!

  6. Lopez says:

    Meu deus! veio-me as lágrimas aos olhos ao ler a noticia da Folha!
    Canalhas!!

  7. Tyta says:

    Essa história até parece mentira mas acredito que haja gente capaz de monstruosidades cruéis dessas, é assombroso nos dias que correm o que fazem aos doentes seja do que for!!!!!!!!!!!!! É próprio de gente safada e da pior escória!!!!!!!!!!!

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