Houve um ligeiro toque

Ricardo, o defesa do Paços de Ferreira:

Houve um ligeiro toque», reconheceu Ricardo à Rádio Renascença, após o encontro.
Face à falta e com James isolado, a expulsão aceita-se. De qualquer forma, o defesa do Paços de Ferreira contesta a marcação de uma grande penalidade. «Houve o toque mas claramente fora da área», concluiu Ricardo.

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O resto, esquecendo a dupla Capela & João Ferreira, são desculpas de mau perdedor.

Comments


  1. Eu já tinha escrito a provocação final, mas, já que levantas o problema, foi interessante verificar que ainda há desportivismo. Não é todos os dias que um atleta admite que fez falta em determinado lance, sobretudo quando as imagens podem ficar pendentes da simpatia.
    À velocidade normal, admito perfeitamente que pode marcar-se o penalty, como aconteceu. Aliás, impedido de ver o jogo – de que só vi a gravação mais tarde, sem som – por razões pessoais, fui ouvindo o relato a espaços enquanto “comia” cigarros. Aquando do lance, um dos comentadores admitiu que foi penalty e que o “vermelho” foi justo, para, depois, “segundo as imagens da televisão”, afirmar que não só não foi, como nem houve falta, o James tropeçou em si próprio…
    Pelo menos, agora, há uma certeza: foi falta!
    Dentro ou fora? Cada um vai ver como lhe convém, nem adianta falar mais no assunto. Correu o pano, e de azul e branco me visto, numa cor só, como o João Pinto!!!

  2. Konigvs says:

    Rodriguez o grande prodígio a atirar-se para a piscina. Saiu o super herói verde, o tipo que tinha um físico de lutador de boxe, mas que ironicamente era tão frágil como as asas de uma libelinha, ao mínimo sopro, o frágil jogador caía redondo no chão.
    Curiosamente foi a seguir a um Paços – Porto que até deu empate, em que Jesualdo pediu caridosamente “Deixem jogar o menino com asas de libelinha jogar, ele é tão frágil que ao mínimo sopro cai”!!
    Também há fiteiros noutros clubes mas há casos pontuais e há aqueles que se atiram constantemente para o chão em todos os jogos. Só mesmo em países onde o “fair-play” é uma treta, este tipo de jogador pode ter sucesso. Alguém que se atira constantemente para o chão para mim nunca será um grande jogador. E depois pagam os justos pelos pecadores, e é ver lances absolutamente normais, em que o jogador cai normalmente mas leva amarelo porque dá jeito. Por outro lado a regra de enganar o árbitro, em Portugal, só é válida se o jogador passar a linha de grande área, porque quando se atira para o chão sem ninguém lhe tocar antes desse risco pode-se atirar na boa para o chão que nunca leva cartão!

    Desportivismo?
    Desportivismo foi o Fowler, esse pequeno grande jogador dos diabos vermelhos, ter caído dentro da grande área, o árbitro assinar penalty e ele ir protestar com o árbitro porque no entender dele o adversário não cometeu falta nenhuma.
    O desportivismo em Portugal é o Kraly, ex-guarda-redes do Porto – sim o Porto também teve o seu “Roberto” – pontapear a bola para bola porque um adversário estava caído no chão e levar uma monumental assobiadela.
    Como alguém disse há uns anos “o fair-play em Portugal é uma treta”.


    • Chatice! Quando o Chalana fez algo igual contra a Rússia (ou União Soviética), no Estádio Nacional, ninguém se queixou, e lá fomos a mais uma fase final e quase éramos campeões, não tivesse sido a França de Platini…
      Pois, o desportivismo… uma treta.


      • A propósito, Chalana foi um enormíssimop jogador!

        • Konigvs says:

          O Futre também. Era mestre na arte de se atirar para a piscina. Chalana grande jogador com os dois pés, já só me lembro de o ouvir na rádio, apesar de ainda recordar o Portugal-França do Euro-84 provavelmente ainda na tv a preto e branco.
          Ironicamente trinta anos depois, na era das novas tecnologias, voltei a acompanhar o futebol na telefonia.
          O professor Manuel Sérgio diz que um treinador se souber só de bola nunca pode ser um grande treinador. Eu acho que um jogador de futebol, para ser verdadeiramente grande, também tem de ser um grande homem, e os grandes homens não tentam ganhar com recurso à batota.
          Curiosamente os jogadores que mais se atiram para a piscina são os latino-americanos e não será coincidência que Fowler seja inglês, e que seja na Inglaterra onde há mais respeito pela figura do árbitro.

    • nightwishpt says:

      Caimar, Caimar
      Há Coentrão e Di Maria.

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  1. […] de falar de futebol no Aventar. Ao que parece só podemos escrever sobre futebol e até sobre as apitagens quando um clube ganha, mas, como diz o outro, são coisas da […]

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