Cavaco, o avisador, avisou e não ficou calado conforme prometeu

ARMENIO BELOFoto: Arménio Belo/LUSA

“A forma como irei decidir, embora já esteja na minha cabeça, eu não irei revelar nem um centímetro”, Cavaco Silva a 1 de Outubro.

“Das eleições para a Assembleia da República dependerá a formação do novo Governo. Não são admissíveis soluções governativas construídas à margem do Parlamento, dos resultados eleitorais e das forças partidárias”, Cavaco Silva no dia de reflexão anterior às eleições, juntando-se ao coro da coligação cujo nome não pode hoje ser pronunciado mas que passou a semana passada a dizer que não seria admissível que ele tivesse mais votos e que, na segunda-feira, os portugueses acordassem com um governo da área política oposta à dele.

Comments

  1. Rui Moringa says:

    Símbolo da nossa mediocridade.
    Chegados aqui, a este tempo, não consigo compreender como foi possível eleger semelhante personagem para a Presidência da República.
    O logro foi bem “embrulhado”.
    Este homem não merece que gastemos tempo a ouvir o que diz.
    Os tempos são de mudança radical e firme.