“O carácter sagrado da vida”

“A experiência de vida (…) é que me faz pensar que se tivesse de escolher entre aceitar a eutanásia ou aceitar que lhe manchassem os estofos do carro facilmente se decidiria pela primeira opção.” (in Âncoras e Nefelibatas)

Comments

  1. eu avento says:

    No que toca a religião a Carla é uma nódoa de demagogia dita à maneira.

  2. Konigvs says:

    É mesmo muito curioso analisar o facto da direita ser contra a eutanásia, quando no fundo, se fosse pela sua exclusiva vontade, enfiavam todos os pretos, pobres, homossexuais, doentes e velhos numa ilha e matavam-nos a todos. E depois iam à missinha rezar a deus-nosso-senhor pelas suas almas sagradas.

    • Portanto a esquerda toda é a favor da eutanásia em oposição à direita que é contra. Assim: preto e branco.
      A esquerda porque é ateia e anti religião e a direita porque é crente e religiosa. Assim: preto e branco. Toda a esquerda é ateia e toda a direita é crente! Assim, simplesmente.
      O mundo será assim? Simples como as cabecinhas destes comentadores?
      E o direito das pessoas poderem escolher entre viver ou morrer fica resolvido com legislação a favor da eutanásia? Será por isso que estudos indicam que há velhos na Holanda que preferem passar a velhice na Alemanha que não quer ouvir falar em eutanásia?
      Parece-me cada vez mais claro quando no meio veterinário já não se abatem animais. “Eutanasiam-se”, como oiço dizer pelos canis que já visitei no exercício de funções profissionais. Será que é porque os animais também escolheram morrer?!
      Ou eutanásia passou a ser sinónimo de morte piedosa, decidida por gente piedosa?
      Isto é o que acontece quando o debate começa a ser assim tão simples. Tudo uma questão de direita/esquerda, ateus/crentes.
      Li com muita atenção o texto do blog que linkou, Carla Romualdo, e já há muito que não lia texto tão preconceituoso e discriminatório.

    • Deve ser por isso que você anda tão atarefado a salvar os pretos, os pobres, os homossexuais, os doentes e os velhos. E já que falou em ilhas, pergunte aos irmãos Castros (não os atletas) onde param os homossexuais da ilha deles.

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