Aquando do golpe de estado nas Honduras vieram os anti-chavistas mais primários vociferar que o presidente Zelaya queria era permanecer no poder, à imagem de Chavez, e que o golpe não passaria da reposição da legalidade, democrática e tudo. Uma perfeita patetice já que essa recandidatura seria de todo impossível.
Agora que a moda, contrária aos mais elementares princípios do republicanismo, pegou para os lados da Colômbia, onde muita gente só vê as FARC e não olha para o terrorismo do próprio estado e suas milícias, espera-se a mesma veemência contra o grande aliado do vizinho do norte. E já agora um golpe de estado para evitar a revisão constitucional.

























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