
Todos os Domingos, numa IURD perto de si, há milagres às 07h30, às 09h30, às 15h e às 18h. É só escolher a hora e o milagre pretendido. E não se esqueça de pagar o dízimo, que a obra social de Edir Macedo, livre de encargos fiscais, precisa de si!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Todos os Domingos, numa IURD perto de si, há milagres às 07h30, às 09h30, às 15h e às 18h. É só escolher a hora e o milagre pretendido. E não se esqueça de pagar o dízimo, que a obra social de Edir Macedo, livre de encargos fiscais, precisa de si!
Sinto hoje a necessidade de manifestar a minha solidariedade aos meus amigos médicos – e, através deles, à comunidade médica em geral – pelo modo como, nestes dias, são e serão insultados em todos os tons pela crendice milagreira – que pouco tem a ver com a crença religiosa; séria, profunda ou cândida que seja – e seus parasitas profissionais. O desfile já começou. As histórias dos “desenganados dos médicos”, contadas em imaginários diálogos, completamente inverosímeis, em que os técnicos de saúde fazem sempre o papel de vilões sem alma, são obscenas. [Read more…]
Francisco Vieira de Almeida, de 20 anos, foi o jogador mais jovem da equipa portuguesa de râguebi que conquistou o Algarve Sevens, ao derrotar a Espanha na final, por 7-5. Estão apurados para o Mundial 2013. Parabéns.
O seu comentário tem que se lhe diga: “Com as condições que temos, continuamos a fazer milagres”.
Não é só no desporto que se continuam a fazer milagres em Portugal. Somos «milagreiros» em muitas àreas.
Penso no Ensino: o professor é quase um «fazedor de milagres». Quem é professor percebe bem o que estou a dizer (no meio de tanta papelada ainda arranja tempo para preparar aulas).
Mas penso, sobretudo, nos reformados a viver com miseráveis pensões e nas famílias em que pai ou mãe ou ambos estão desempregados. Como se pode viver sem saber fazer milagres?
«Omoletas sem ovos», uma das especialidades da gastronomia portuguesa (sugiro candidatura a Património Nacional).

bandeira do Estado Vaticano
(num país anticlerical)
Bem sei que escrevi e publiquei este texto no último decénio do século XX, em 1999, 13 de Maio, e no Aventar, em 2009. Foi um ensaio de grande sucesso, publicado sem a minha licença, em Revistas científicas da Espanha, na Galiza, traduzido para castelhano na América Latina e nas Revistas em que tenho sido fundador e escritor em Portugal, bem como pela Cambridge University Press. Porque nomear tantos galardões? Por causa de me parecer que este texto é conveniente para estes dias que vivemos, sem governo, sem Assembleia de Deputados, apenas pelo poder do Presidente da República, a quem tenho visto, com a sua mulher, ou na Missa ou no Santuário de Fátima e comungarem de joelhos sobre as pedra da grande praça em frente da Basílica, para se sacrificar em bem do povo… penso eu. Dias em que eu proferia conferências a freiras e padres, com a presença do antigo Bispo que Leiria Fátima, que teve um desencontro comigo e mandou que nunca mais fosse convidado. Ainda bem, a doença que me tem mantido apenas a escrever, não me permite falar em público por mais de meia hora. Nem Fátima me curava…
A erupção do vulcão Eyjafjallajökull ameaça fazer um milagre: impedir a deslocação do Papa a Portugal na próxima semana.
Eolos tem aparentemente dirigido os seus ventos na direcção apropriada, sendo de destacar o labor de Bóreas nesse sentido.
Hoje perto de 130 voos foram cancelados, tendo centenas de passageiros ficado retidos nos aeroportos portugueses.
Será que a tolerância de ponto se vai manter caso a situação evolua desfavoravelmente para os devotos do protector de pedófilos? E a retrete papal, será devolvida?


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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