A gente vai continuar, Jorge
Por este rio acima: 40 anos

“Por este rio acima”, sexto álbum de Fausto, comemora 40 anos de existência.
Editado a 19 de Novembro de 1982, é o sexto álbum de Fausto, sendo o primeiro álbum de uma trilogia chamada “Lusitana Diáspora”, que inclui ainda “Crónicas da Terra Ardente” (1994) e “Em Busca das Montanhas Azuis” (2011).
Inspirado nas viagens de Fernão Mendes Pinto relatadas em “Peregrinação” (1614), contraria a obra no sentido em que Fausto nunca saiu de Lisboa para compor o disco e sendo a viagem do cantautor uma viagem interior, em que o seu “eu” desflora o país que o rodeia e as tormentas do seu povo.
Editado pela Triângulo da Sassetti, produzido por Eduardo Paes Mamede, escrito, composto e interpretado por Fausto, com a companhia de Júlio Pereira, Pedro Caldeira Cabral e Rui Júnior, o disco “Por este rio acima” será, para sempre, um marco na cultura popular portuguesa.

Fausto Bordalo Dias nasceu em 1948 no interior do navio “Pátria”, algures entre Angola e Portugal.
Fotografia: Manuel Castro
Surma – O Silêncio como Inspiração

Francisco Sousa Barros
Cruzei-me com a Surma pela primeira vez no Walk&Dance 2017. Pelos ouvidos já me tinham passado alguns temas e fui até Freamunde com o propósito de confirmar em palco os atributos.
No fundo de uma serena e distinta viela estava montado o palco. O público foi-se sentando no chão, entre paralelos e carpetes. O ambiente, quente, de fim de tarde primaveril, com o sol a diluir-se entre as paredes das casas, começava a parecer perfeito aos primeiros sons vindos do palco. Ao fim de pouco tempo já estava completamente conquistado e passei o resto do concerto apenas a apreciar as abstratas pinceladas sonoras que aquela mulher, sozinha com a sua voz singular, no meio de guitarra, baixo, teclados, pedais, samples, ou seja lá mais o que for, ia traçando. [Read more…]
Ao meu menino Jesus
Momento Zen
“Tio, que diabo é isso da “mula da cooperativa”? Havia mesmo uma música com esse nome? Expliquei que havia e, para provar o que disse, procurei-a no youtube. Lá estava ela. Fiz soar a voz do velho Max e, para que se ouvisse melhor a obra, tirei o som à televisão. E estávamos nisto quando, no ecrã, apareceu Paulo Portas, discursando na cerimónia de lançamento do programa da coligação. De modo que o vice lá ia gesticulando e agitando os queixos sem que se lhe ouvisse uma palavra, ao som valsado da “mula”. Enfim, a vida é feita de pequenos nadas…
Lembra-me um sonho lindo
Fausto Bordalo Dias, do álbum Por este rio acima (1982, 1984 em CD)
Elogio da pobreza (Osso Vaidoso)
Osso Vaidoso, do disco Animal (2011). A letra é da Regina Guimarães.
Señoritas (2006)
A Naifa, do álbum 3 minutos antes de a maré encher (2006)
Música de João Aguardela e Luís Varatojo, letra de Tiago Gomes
Novas músicas portuguesas: Os Capitães da Areia – Amor exige propaganda
Leia a ficha técnica.
Novas músicas portuguesas: Fernando Mota toca berlindes taças, kissange e outras coisas
Novas músicas portuguesas: Penicos de Prata – Falas da africana Jasminá
Leia a Ficha Técnica
Novas músicas portuguesas: Bailenda – Moda da Lebre
Sobre este vídeo, leia a ficha técnica.
SIGNIFICADO – A música Portuguesa se gostasse dela própria #3
Trata-se do novo filme de Tiago Pereira, uma produção/encomenda da d´Orfeu Associação Cultural. Estão disponíveis três trailers para divulgação, com grandes e não tão grandes nomes, todos eles importantes para que a música portuguesa goste de si própria.
PS: Por motivos a que somos alheios, estes vídeos foram retirados, dando lugar a um único trailer. Pode ser visto aqui.
SIGNIFICADO – A música Portuguesa se gostasse dela própria #2
Trata-se do novo filme de Tiago Pereira, uma produção/encomenda da d´Orfeu Associação Cultural. Estão disponíveis três trailers para divulgação, com grandes e não tão grandes nomes, todos eles importantes para que a música portuguesa goste de si própria.
PS: Por motivos a que somos alheios, estes vídeos foram retirados, dando lugar a um único trailer. Pode ser visto aqui.
SIGNIFICADO – A música Portuguesa se gostasse dela própria #1
Trata-se do novo filme de Tiago Pereira, uma produção/encomenda da d´Orfeu Associação Cultural. Estão disponíveis três trailers para divulgação, com grandes e não tão grandes nomes, todos eles importantes para que a música portuguesa goste de si própria.
O Aventar apresentará um trailer por dia, começando hoje.
PS: Por motivos a que somos alheios estes vídeos foram retirados, dando lugar a um único trailer. Pode ser visto aqui.
O que andamos a fazer em Lisboa?
A Fundação oriente esforça-se, mas isso não basta. Existem comunidades luso-descendentes espalhadas por toda a Ásia, do Ceilão a Goa, Damão, Diu, Cochim, Malaca, Bangkok. Numa área do mundo onde surgem oportunidades de desenvolvimento económico e cultural, possuímos um precioso legado histórico que se encontra ao abandono. Temos o principal: a gente que lá ficou e teima em educar os seus filhos na tradição portuguesa. Do que estamos à espera?








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