Opinião vital e desapaixonada

Há uma jornalista/namorada ou uma namorada/jornalista que jura a pés juntos que a opinião que publica sobre o namorado não é em nada influenciada pelos sentimentos que nutre pelo consorte(no caso bem apropriado)!

Vejam o que faz a paixão:

No rescaldo dos processos-crime contra quatro jornalistas, o primeiro-ministro José Sócrates, recebeu o apoio do seu cabeça de lista (PS) às Europeias.”As queixas penais de políticos por motivo de injúria ou difamação não constituem nenhum atentado à liberdade de expressão (…) mas sim o exercício de um elementar direito de defesa de direitos de personalidade” escreveu Vital Moreira no blogue Causa Nossa.Mas em Março de 2008 a opinião era outra”Um dirigente político como Alberto João Jardim deveria abster-se de accionar judicialmente os que,na qualidade de jornalistas,se sentem no direito de retorquir, ainda que de forma menos canónica, os seus destemperados ataques pessoais.” (Sabado,16/04/09)

É ou não um exemplo de uma opinião “desapaixonada”?

Comments


  1. Não. É um belo exemplo de aplicação do ditado brejeiro de pimenta no rabiosque dos outros, para mim é groselha. (Nota: aliviei a referência ao ânus e mudei a bebida para dar mais cor ao comentário).

  2. Luis Moreira says:

    isto da opinião ser sistematicamente num certo sentido seja qual for o caso e as suas circunstâncias …

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