O braço da lei não chega ao Braço de Prata?

Espaço frequentado por uma certa Esquerda da capital, o «Braço de Prata» é mais do que uma simples livraria. Aliás, o projecto Braço de Prata funciona com contornos algo estranhos.
Por que será que o braço da lei não chega ao Braço de Prata?
Em breve voltarei ao assunto.

Comments

  1. rosarinho says:

    O Braço da lei não chega ao “Braço de Prata” e ainda menos aos “bracinhos de Ouro ou de Platina”. Quem não for míope vê isto à distância.

  2. Luis Moreira says:

    Já me convidaram a ir lá, mas estou completamente às aranhas, não faço ideia nenhuma do que lá se passa.


  3. Devo andar a nanar. Não faço ideia do que se passa.

  4. Snail says:

    Também nunca lá fui.Por uma reportagem que vi na televisão, fiquei com uma vaga idéia que se trata de um enorme edifício objecto de uma ocupação selvagem. Os okupas fizeram algumas obras e têm lá a funciuonar uma livraria, salas de debates, de espectáculos alternativos, etc.Será assim?

  5. Luis Moreira says:

    Há lá umas reuniões do “movimento cidadãos por Lisboa da Helena Roseta”.Estava indicado para aquele local um projecto do arquitecto Italiano Rizo mas não sei a evolução.RICARDO, abre o livro,pá!


  6. Nesta altura o Ricardo está a fazer render o peixe. Lançou o isco e, pronto, já nos deixou apanhados, a roer as unhas, a bater o pé, num estado de ansiedade terrível.

  7. Guy Montag says:

    Todos sabem que o Braço de Prata é o resultado de um acordo entre o Nuno Nabais e o irmão João. O primeiro precisava de um teatro suficientemente espaçoso para que o seu ego desbordante pudesse receber, finalmente, a atenção que lhe é devida. O segundo esperava que se o projecto “Fábrica Braço de Prata” fosse reconhecido como lugar de interesse cultural, a vereadora talvez poupasse o prédio, e o anexo gabinete de advogados, dos projectos de reabilitação que envolvem a área. Note-se que o prédio foi dado à João Nabais & Associados, em “regime de comodato”, ou seja eles não pagam renda nenhuma, e queriam continuar a não pagar nada.


  8. Estranha a relação ou não, é um lugar de interesse, um espaço alternativo onde muitos artistas encontram o acolhimento de que carece muito espaço pago directamente com o dinheiro dos contribuintes. Cultura, arte, coisas esquisitas próprias de okupas e outros gandulos e que não merecem sequer o desdém da gente de bem…